A demissão de Geraldo Luís do SBT expõe fraturas na gestão da emissora, revela disputas de poder nos bastidores e marca uma mudança surpreendente na imagem pública do comunicador. Toda empresa, e quanto a isso não cabe a menor discussão no mundo corporativo, detém o direito irrevogável de contratar quem bem entende para compor seu quadro de funcionários. Da mesma forma, possui a prerrogativa de dispensar serviços e rescindir contratos no momento que julgar necessário ou estrategicamente viável para a saúde do negócio. É uma realidade dura, muitas vezes complicada de aceitar para quem está do outro lado da mesa, mas faz parte da dinâmica da vida profissional. No entanto, o que não pode ocorrer, de um lado ou de outro e em circunstância nenhuma, é a falta de respeito e a ausência de verdade no trato humano. Infelizmente, é bem desagradável constatar e dizer, porém, foi exatamente tudo o que aconteceu com Geraldo Luís em sua recente e tumultuada passagem pelo SBT. Os próprios fatos narrados e as atitudes tomadas pela direção demonstram uma condução desastrosa do processo de desligamento. Houve uma notável falta de respeito e verdade na mesma medida, além da humilhação imposta ao profissional de, de um dia para o outro, ser afastado abruptamente do trabalho que desempenhava diariamente. O apresentador ficou sem receber de ninguém, fosse da direção artística ou do RH, a menor satisfação sobre o seu futuro ou os motivos do congelamento de suas funções, criando um clima de instabilidade desnecessário. Há mais de uma semana, Geraldo foi simplesmente “encostado” na geladeira da emissora, sem funções definidas. Ao tentar proativamente saber se ainda seria útil à casa e se seria chamado a participar da programação, foi friamente informado de sua demissão. Por que esse comportamento “debaixo do pano” em vez de uma maior transparência e sinceridade desde o primeiro momento em que decidiram pelo corte? Desrespeito à História e o Legado de Silvio Santos É de se lamentar profundamente essa postura, porque tudo isso vai contra a própria história e o DNA do SBT. Estamos falando de uma televisão criada por Silvio Santos, alguém que veio do meio artístico, conhecia as dores dos contratados e, historicamente, não admitia deslealdades com seus parceiros de palco e vídeo. Ao contrário, a emissora sempre buscou tratar todos como integrantes de uma grande família. Nada do que agora aconteceu com o Geraldo remete a esse passado glorioso de respeito humano. É uma pena constatar que a cultura organizacional parece ter se perdido em meio a novas gestões. A forma como o desligamento foi conduzido expõe uma frieza que destoa da imagem acolhedora que o SBT sempre vendeu ao público brasileiro, transformando a saída de um grande nome em um episódio de constrangimento corporativo. A Queda do Protetor e a Vingança dos Bastidores Para quem acompanha os meandros da televisão, o desligamento de Geraldo Luís não foi, de fato, uma surpresa completa. A sua permanência na casa tornou-se insustentável devido a mudanças na estrutura de poder. Seu principal defensor e artífice de sua contratação, Rinaldi Faria, foi demitido da emissora há duas semanas. Sem seu “padrinho” corporativo, Geraldo ficou vulnerável aos desafetos que já existiam internamente. Foi Rinaldi quem bancou a vinda de Geraldo para o projeto do “Aqui Agora”, apostando que o carisma do apresentador levantaria os índices de audiência. Com a saída do executivo, o caminho ficou livre para que opositores agissem. Entre eles, destaca-se a figura de Mauro Lissoni, que, segundo fontes dos bastidores, nunca nutriu simpatia por Geraldo Luís e sempre odiou o estilo de trabalho do comunicador, considerando-o inadequado para a nova fase do canal. A demissão, portanto, carrega tintas de um acerto de contas interno. A saída de Geraldo é o último ato de uma reestruturação que visava apagar os vestígios da gestão anterior ligada a Rinaldi. Lissoni e outros diretores que não compactuavam com a linguagem popular e policialesca de Geraldo aproveitaram o momento de fragilidade contratual para efetuar o corte, independentemente da forma desrespeitosa como foi executado. A Redenção da Imagem: De “Estrelinha” a Defensor da Equipe Por outro lado, existe um saldo positivo nesta história turbulenta: Geraldo Luís sai do SBT com uma imagem pública e profissional muito melhor do que quando entrou. O apresentador, que durante anos carregou a fama de ser brigão, estressado e “estrelinha” nos bastidores da Record, surpreendeu a todos com uma postura completamente diferente durante sua estadia na Anhanguera. Relatos de funcionários e da equipe técnica dão conta de que ele não brigou com os colegas por ego ou vaidade. Pelo contrário, saiu com uma imagem mais positiva e humanizada. As discussões que ele protagonizou nos bastidores não foram para exigir regalias para si, mas sim para defender os colegas de trabalho do “Aqui Agora”, lutando por melhores condições de produção e respeito à equipe que colocava o jornal no ar diariamente. Essa mudança de comportamento não passou despercebida pelo mercado. Geraldo provou que é capaz de vestir a camisa e liderar equipes em momentos de crise sem recorrer aos ataques de estrelismo que marcaram fases anteriores de sua carreira. Essa “reabilitação” de sua imagem profissional é um ativo valioso que ele leva consigo ao deixar os estúdios do SBT, mostrando amadurecimento e coleguismo. O Futuro Longe do Eixo: Novos Rumos na Carreira Diante de sua inegável capacidade de comunicação e da boa imagem deixada entre os pares operacionais, Geraldo Luís não deve ficar fora da televisão por muito tempo. O mercado já se movimenta, e o apresentador sabe que seu apelo popular continua forte, independentemente da plataforma ou da localização geográfica da emissora que o acolher. Informações recentes apontam que ele já negocia com emissoras fora do eixo tradicional de São Paulo e Rio de Janeiro. Essa estratégia de buscar redes regionais fortes ou afiliadas com grande alcance demonstra uma leitura inteligente do atual cenário de mídia, onde a força da TV regional tem crescido exponencialmente e oferecido orçamentos e liberdade editorial que muitas vezes faltam nas grandes cabeças de rede. Seja
GERALDO LUÍS FORA DO SBT: BASTIDORES DE UMA SAÍDA CONTURBADA, TRAIÇÃO INTERNA E O NOVO DESTINO DO APRESENTADOR
FIM DO IMPÉRIO DE COLLOR? BNDES PEDE FALÊNCIA DA TV GAZETA DE ALAGOAS APÓS CALOTE E FIM DA PARCERIA COM A GLOBO
A crise financeira e institucional que assola o grupo de mídia da família do ex-presidente Fernando Collor de Mello ganhou um capítulo dramático e potencialmente definitivo nesta semana. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) protocolou um pedido oficial junto à Justiça de Alagoas solicitando a decretação de falência da TV Gazeta. A ação tramita na 10ª Vara do Tribunal de Justiça de Alagoas e expõe a fragilidade econômica de uma empresa que, por décadas, deteve a hegemonia da comunicação no estado, mas que agora luta para sobreviver após perder sua principal fonte de receita e prestígio. O motivo imediato para o pedido de quebra da empresa surpreende pelo valor, considerado baixo para os padrões corporativos de um grupo de comunicação, mas simbólico da falta de liquidez do negócio. Segundo os documentos apresentados pelo banco público, a TV Gazeta deixou de pagar uma parcela referente ao seu plano de recuperação judicial, que está em vigor desde o ano de 2019. O valor em aberto é de apenas R$ 14,5 mil, montante que deveria ter sido quitado pela emissora no último dia 25 de novembro. O não pagamento desta quantia, apesar de parecer irrisório diante das dívidas milionárias que o grupo acumula, configura um descumprimento grave das cláusulas do plano de recuperação. O BNDES informou à Justiça que cumpriu todos os trâmites burocráticos, enviando o boleto bancário diretamente para o setor financeiro da TV Gazeta dentro do prazo. No entanto, a quitação do débito não foi identificada até o final da tarde da última segunda-feira, dia 1º, o que motivou a atitude enérgica da instituição financeira estatal. Diante da gravidade da solicitação, o Poder Judiciário agiu rapidamente para intimar a empresa de comunicação a prestar os devidos esclarecimentos. A TV Gazeta tem agora um prazo crítico de 15 dias úteis para regularizar a situação. As opções da emissora são limitadas: ou efetua o pagamento imediato da parcela atrasada com as devidas correções, ou apresenta uma justificativa jurídica plausível para o inadimplemento. Caso a empresa se mantenha inerte ou não pague, o BNDES solicitará que a falência seja homologada judicialmente por descumprimento do plano acordado. A Queda de Receitas e o “Efeito Globo” Nos bastidores da disputa, a defesa da TV Gazeta tenta vincular sua incapacidade financeira a um evento recente e devastador para o seu modelo de negócios: o rompimento com a TV Globo. A emissora alagoana alega que a saída da Globo da sua grade de programação impediu que o fluxo de caixa necessário para os pagamentos fosse mantido. Sem o aporte comercial e a audiência garantida pela maior emissora do país, a TV Gazeta viu suas receitas despencarem vertiginosamente em um curto espaço de tempo. A parceria entre a família Marinho e a família Collor era histórica, durando desde 1975, mas foi encerrada em meio a escândalos de corrupção. A Globo comunicou a não renovação do vínculo em outubro de 2023, citando o envolvimento da TV Gazeta em esquemas ilícitos. Investigadores apontaram que a afiliada teria sido utilizada por Fernando Collor para o recebimento de propina, manchando a reputação da operação e violando as políticas de compliance da rede carioca. A batalha judicial para manter o sinal da Globo foi intensa, com a TV Gazeta argumentando, profeticamente, que sem a parceira carioca não conseguiria honrar as dívidas de sua recuperação judicial. A Globo, no entanto, conseguiu se desvencilhar da afiliada problemática após uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal (STF). Desde outubro deste ano, a TV Gazeta deixou de retransmitir o sinal global, perdendo seu principal atrativo para o mercado publicitário local. O vácuo deixado pela TV Gazeta foi rapidamente preenchido. A Globo já possuía um acordo firmado desde 2024 com o Grupo Asa Branca de Comunicação, uma empresa sólida que já era sua parceira no interior de Pernambuco. O novo grupo assumiu a operação no estado assim que a decisão judicial permitiu, deixando a TV de Collor isolada e sem conteúdo de massa. Antes da transição completa, a nova afiliada já operava retransmitindo o Canal Futura, preparando o terreno para a mudança. Conexões Políticas e Dívidas Perdoadas A situação atual contrasta fortemente com o tratamento que a emissora recebia em governos anteriores. Fontes indicam que, durante a gestão de Jair Bolsonaro (2019-2022), o cenário era muito mais favorável para a empresa de Fernando Collor, que atuava como um apoiador do então presidente. Relatos apontam que, nesse período, a TV Gazeta teria sido beneficiada com o perdão de uma dívida de R$ 10 milhões junto ao próprio BNDES. Essa suposta anistia financeira teria ocorrido a pedido de aliados políticos do ex-presidente, oferecendo um fôlego artificial para o grupo de mídia que já enfrentava dificuldades. Agora, sob nova administração federal e sem a proteção política de outrora, o banco estatal adota uma postura técnica e rigorosa de cobrança, não hesitando em pedir a falência diante do não pagamento de valores que, comparados ao perdão anterior, parecem insignificantes. A gestão da TV Gazeta tentou buscar alternativas para evitar o colapso total após a saída da Globo. Houve negociações avançadas para que a emissora se tornasse afiliada da Band, o que garantiria ao menos uma programação estruturada e algum potencial de faturamento nacional. No entanto, em uma decisão surpreendente, a TV Gazeta desistiu da assinatura do contrato na última hora. Atualmente, a emissora segue operando com uma programação independente, o que aumenta drasticamente os custos de produção e reduz a atratividade comercial. Sem grandes parceiros nacionais e enfrentando a execução de dívidas na Justiça, o futuro da TV Gazeta parece cada vez mais incerto, com o risco real de encerramento definitivo de suas atividades caso não consiga reverter o pedido de falência nas próximas duas semanas.
A FAZENDA 17: CAROL SURTA COM SUJEIRA DE MESQUITA, TAMIRES ARTICULA GOLPE PARA ESCAPAR DA ROÇA E SAORY ENCURRALA DUDU
A tensão atingiu níveis insuportáveis na sede de A Fazenda 17 nesta terça-feira, 2 de dezembro, dia decisivo para a formação da Roça. Com a final se aproximando, as máscaras caem e o desespero toma conta dos participantes que tentam, a todo custo, garantir mais uma semana no jogo. A peoa Tamires tornou-se a protagonista de uma articulação arriscada e matemática para tentar escapar da berlinda, movendo peças e manipulando votos na tentativa de criar um empate que favoreça sua permanência. No entanto, a leitura de jogo externa sugere que seus esforços podem ser em vão diante da dinâmica do “Resta Um” e, principalmente, do temido Poder do Lampião, que promete reviravoltas cruciais na noite de votação. Enquanto as estratégias de voto dominam as conversas pelos cantos da casa, a convivência forçada explodiu em um barraco generalizado motivado por falta de higiene. Carol Narizinho protagonizou um dos momentos mais tensos da temporada ao confrontar Matheus Mesquita, transformando uma reclamação sobre limpeza em uma lavagem de roupa suja pessoal e humilhante. Além disso, o casal Dudu e Saory viveu momentos de instabilidade emocional, com confrontos diretos sobre fofocas antigas, seguidos de reconciliações estratégicas, provando que a relação de “gato e rato” continua sendo o motor emocional de ambos no confinamento. A seguir, detalhamos todos os acontecimentos explosivos das últimas 24 horas, desde as brigas por luvas sujas até as ameaças externas de ex-participantes, passando pelas estratégias de sobrevivência que definirão quem sentará nos banquinhos da Roça hoje à noite. A Guerra da Higiene: Carol Humilha Mesquita e Expõe “Nepo Baby” A madrugada foi marcada por uma discussão interminável e acalorada que durou mais de uma hora, iniciada por um motivo que tira qualquer um do sério: a falta de higiene coletiva. O estopim para o surto de Carol foi encontrar uma luva usada para o trato dos animais — especificamente utilizada para limpar fezes — deixada negligentemente ao lado das escovas de dente e toalhas de rosto no banheiro. A descoberta dessa “contaminação cruzada” fez com que Carol perdesse a paciência e partisse para o ataque direto contra os responsáveis, identificando Duda e Mesquita como os culpados pela sujeira. A discussão escalou rapidamente de reclamações sanitárias para ofensas pessoais pesadas. Carol, visivelmente alterada pela situação insalubre, chegou a oferecer ironicamente R$ 50,00 para quem tivesse coragem de lamber o chão, insinuando a imundície do local. Ela rotulou Mesquita e Duda como o “casal mais porco da edição”, trazendo à tona outros episódios de falta de asseio, como o fogão engordurado deixado por Mesquita após cozinhar e uma panela de arroz infestada de larvas encontrada nos armários. Carol não poupou munição e expôs intimidades constrangedoras, acusando Mesquita de levar cuecas descartáveis para o programa apenas para evitar o trabalho de lavar suas próprias roupas íntimas. O embate verbal atingiu seu ápice quando Carol atacou a trajetória e a personalidade de Mesquita. Ela o acusou de estar no reality errado, achando que estava na Disney ou no Power Couple, e afirmou que ele só serve para “arroçar, sabonetar e fornicar” sem entregar jogo real. A ofensa suprema veio quando Carol chamou Matheus de “nepo baby”, referindo-se ao fato de ele ser filho do apresentador Otávio Mesquita, e o rotulou de “playboy” e “filhinho de papai”, contrastando com sua própria origem de “filha de faxineira” e guerreira de “Wakanda”. Mesquita tentou se defender pedindo respeito à história de 40 anos de seu pai na TV, mas a discussão só cessou quando a produção interveio com o sinal da Baia. O Confronto de Saory e Dudu: A “DR” da Calcinha e a Reconciliação Paralelamente ao caos na cozinha, o casal Dudu e Saory enfrentou sua própria tempestade. A sombra das fofocas plantadas por Tamires continuou a assombrar a relação, levando Saory a confrontar Dudu novamente sobre o episódio em que ele teria supostamente chamado outros peões para ver a roupa íntima dela. Inicialmente, Dudu tentou negar e minimizar a situação, classificando as acusações como exagero, mas sob a pressão incisiva de Saory, acabou admitindo parcialmente que teve a intenção de mostrar, mas a peça já não estava mais no local. Saory não deixou barato e cobrou respeito, comparando a atitude de Dudu à de Wallas, um desafeto de ambos. Ela questionou se ele achava respeitoso expor a intimidade dela daquela forma e jogou na cara que nunca agiu de maneira recíproca, citando que jamais expôs Dudu quando ele voltava sujo do trato dos animais para deitar na cama. A discussão foi marcada por trocas de farpas, com Saory cantando músicas sobre traição para alfinetá-lo e Dudu respondendo com indiferença, dizendo que se ela quisesse acreditar na versão dos outros, o problema era dela. Apesar do clima tenso e das acusações mútuas de deslealdade, a dinâmica de “gato e rato” prevaleceu. Em um momento de vulnerabilidade, Saory desenhou um coração na perna de Dudu, simbolizando a duração do amor deles, ao que Dudu respondeu que o amor dele não era provisório. A “DR” terminou da maneira clássica do casal: com beijos e reconciliação, provando que, apesar das desconfianças e das manipulações externas, a aliança emocional entre eles permanece forte para a reta final. Saory, inclusive, segue sendo a maior defensora de Dudu no jogo, orientando-o estrategicamente contra os rivais. A Estratégia de Desespero de Tamires: Matemática para Sobreviver em A Fazenda Diante da iminência da Roça, Tamires iniciou uma verdadeira maratona de articulação política dentro da sede. Percebendo que é o alvo principal de Carol (que detém o Poder do Lampião) e provavelmente da casa, Tamires traçou um plano para tentar forçar um empate na votação. Sua estratégia consiste em convencer Kathy, Duda, Mesquita e Toninho a votarem em peso em Dudu. Pelas contas de Tamires, se ela conseguir reunir cinco votos contra Dudu, haverá um empate técnico, obrigando o Fazendeiro Walério a desempatar. A aposta de Tamires é que, numa situação de desempate, Walério — que já foi convencido por Toninho a mirar em Dudu — escolheria colocar o rival na Roça, livrando-a do
BARRACO E RACISMO: JANTAR DE RAYANE FIGLIUZZI E BELO TERMINA EM CONFUSÃO, OFENSAS RACIAIS E AGRESSÃO EM SÃO PAULO
O mundo das celebridades foi abalado nesta segunda-feira (1º/12) por um escândalo de proporções graves, envolvendo a recém-eliminada de A Fazenda 17, Rayane Figliuzzi, o cantor Belo e membros de suas equipes de assessoria. O que começou como um jantar entre amigos em um restaurante japonês na capital paulista terminou em um verdadeiro barraco público, culminando em acusações de racismo e agressão física. O episódio expõe a tensão vivida pelos participantes pós-confinamento e a fragilidade das relações profissionais sob pressão. Segundo informações exclusivas obtidas por fontes que presenciaram a confusão, o clima pesou quando o assunto na mesa girou em torno dos próximos passos da carreira de Rayane. A influenciadora, que busca limpar sua imagem e capitalizar a exposição do reality show, comentou com o grupo seu desejo de focar totalmente em sua preparação para o Carnaval do próximo ano, onde desfilará como musa da tradicional escola de samba Vila Isabel. O tema, que deveria ser motivo de alegria, tornou-se o estopim de uma guerra de egos e nervos à flor da pele. O Conselho de Belo e o Gatilho Emocional O cantor Belo, figura experiente no mundo do samba e do entretenimento, estava presente no jantar e decidiu oferecer um conselho profissional à amiga. Preocupado com a repercussão negativa que musas despreparadas costumam sofrer nas redes sociais, Belo sugeriu que Rayane investisse em aulas de samba antes de começar a frequentar os ensaios técnicos na quadra da escola. A intenção era blindar a influenciadora de críticas desnecessárias, garantindo que ela chegasse à avenida com o samba no pé afiado e segurança técnica. Uma das assessoras de Rayane, demonstrando sensatez e alinhamento com a visão de mercado, concordou imediatamente com o cantor. Ela reforçou a sugestão, pontuando que seria estratégico para a imagem de Rayane esperar um pouco e se preparar melhor antes de fazer sua estreia pública na comunidade da Vila Isabel. No entanto, a influenciadora, que já estava com os ânimos exaltados e sob o efeito de algumas doses de bebida alcoólica, interpretou a cautela como um ataque pessoal e uma falta de apoio de sua própria equipe. A reação de Rayane foi de desconforto imediato. Sentindo-se pressionada, ela rebateu as sugestões, alegando que estava sendo cobrada excessivamente. A situação escalou quando a segunda assessora presente na mesa decidiu tomar as dores da influenciadora. Para defender Rayane, essa profissional argumentou que Belo e a colega de trabalho estavam, na verdade, comparando Rayane com Viviane Araújo — ex-mulher de Belo e ícone do Carnaval —, uma comparação que foi prontamente negada tanto pelo cantor quanto pela outra assessora. O Colapso de Rayane e a Saída de Cena A menção a comparações e a sensação de pressão foram demais para o estado emocional fragilizado da ex-peoa. Bastante emocionada e chorando, Rayane desabafou que estava vivendo sob forte tensão psicológica desde que deixou o confinamento de A Fazenda 17 na semana passada. Incapaz de continuar o debate, ela se levantou e abandonou a mesa, dirigindo-se a outra área do restaurante acompanhada por dois amigos, deixando para trás o cantor e as duas assessoras em um clima constrangedor. Foi neste momento, sem a presença de Rayane, que a discussão tomou um rumo criminoso. Belo permaneceu na mesa tentando apaziguar os ânimos entre as duas funcionárias da influenciadora: a que havia concordado com seu conselho técnico e a que havia incentivado a revolta de Rayane. O cantor chegou a afirmar que estava envergonhado com o bate-boca que se desenrolava em público, atraindo olhares de outros clientes do estabelecimento. A assessora que defendeu Rayane partiu para a ofensiva contra a colega de trabalho. Acusando-a de pressionar a influenciadora num momento delicado, o desentendimento verbal cruzou a linha da civilidade e entrou na esfera criminal. Segundo relatos das fontes, em meio aos gritos, essa assessora proferiu um insulto racista contra a colega, chamando-a de “macaca”. A ofensa transformou a discussão profissional em um caso de injúria racial, chocando quem estava próximo. Agressão Física e Consequências Médicas A vítima da ofensa racista, revoltada com a injúria, levantou-se da mesa em sinal de protesto. No entanto, a agressora não se conteve nas palavras e partiu para a agressão física, jogando bebida na colega. A cena de humilhação pública marcou o ponto mais baixo da noite. É importante ressaltar que, segundo as testemunhas, Rayane Figliuzzi não presenciou a ofensa racista ou a agressão, pois já estava em outro ambiente do restaurante com seus amigos. O saldo da noite foi devastador para a vítima. Abalada emocionalmente e humilhada, a assessora ofendida deixou o restaurante imediatamente. O trauma foi tão intenso que, no dia seguinte (terça-feira), ela precisou ser hospitalizada após sofrer uma forte crise de ansiedade decorrente do episódio. O caso levanta questões sérias sobre o ambiente de trabalho e o respeito racial dentro das equipes que gerenciam carreiras de celebridades. Até o momento, o silêncio impera entre as figuras públicas envolvidas. Procuradas, as assessorias não responderam.
GERALDO LUÍS É DEMITIDO DO SBT E ‘AQUI AGORA’ TEM FIM DECRETADO APÓS FRACASSO DE AUDIÊNCIA
O apresentador Geraldo Luís não faz mais parte do quadro de colaboradores do SBT. A decisão foi tomada pela diretoria da emissora no final da manhã desta terça-feira (2), pegando de surpresa não apenas o público, mas também o próprio comunicador e sua equipe. Geraldo, que comandava o retorno do lendário “Aqui Agora” desde agosto, foi desligado sob a justificativa de que a rede não possui novos projetos imediatos para ele, antecipando uma reestruturação profunda na grade vespertina do canal para o ano de 2026. A saída de Geraldo Luís é o reflexo direto do desempenho insatisfatório do telejornal policialesco. Mesmo com a concorrência direta da TV Globo enfrentando dificuldades históricas no horário — devido ao fracasso retumbante da reprise de “Rainha da Sucata” (1990) no “Vale a Pena Ver de Novo” —, o “Aqui Agora” não conseguiu capitalizar público nem elevar os índices de audiência do SBT. A atração, que deveria ser a salvação dos fins de tarde, acabou se tornando um problema de gestão e faturamento para a casa. Para o lugar de Geraldo, a emissora escalou Darlisson Dutra, que assume o posto imediatamente ao lado de Daniele Brandi. No entanto, a permanência da dupla e do próprio formato no ar é incerta e vista como temporária. Nos corredores da emissora comandada por Daniela Beyruti, o clima é de “fase terminal” para o “Aqui Agora”. A expectativa é que o jornalístico não sobreviva até janeiro, podendo ser cancelado já no final desta semana para dar lugar a uma programação de férias ou, futuramente, a novelas. A Demissão Surpresa e o Vínculo Precário O desligamento de Geraldo Luís revela a fragilidade de sua relação contratual com o SBT. Diferente das grandes estrelas da casa, o apresentador nunca chegou a ser contratado formalmente com vínculo fixo (CLT ou PJ de longo prazo). Ele atuava como freelancer, recebendo mensalmente enquanto houvesse interesse mútuo. Segundo apurações, Geraldo chegou a pressionar a cúpula por um contrato estável, mas os executivos sempre se esquivaram, alegando que tal compromisso dependeria do sucesso de um projeto fixo, o que nunca se concretizou de fato. A demissão ocorreu em um momento inusitado: Geraldo estava nos estúdios da rede em São Paulo gravando especiais para o programa “Eita Lucas!”, atração do influenciador Lucas Guimarães prevista apenas para 2026. O apresentador, que acreditava ter conquistado prestígio interno, foi dispensado assim que chegou para trabalhar. Sua contratação era vista como uma aposta pessoal de Rinaldi Faria, executivo que foi desligado da emissora há duas semanas, deixando Geraldo sem seu principal “padrinho” e vulnerável às mudanças de gestão. Embora a nota oficial do SBT tente amenizar a situação, afirmando que “Geraldo e SBT não se despedem, mas deixam um até breve” e citando possíveis parcerias para 2026, a realidade dos bastidores é dura. A demissão foi seca e motivada por resultados. Havia conversas sobre um programa de auditório nas tardes de sábado, mas com o corte abrupto de hoje, esse projeto torna-se uma incógnita distante, servindo mais como uma cortesia na nota de despedida do que um plano concreto. O Fim de Uma Era e a Volta das Novelas Mexicanas Com a saída de Geraldo e o fracasso do “Aqui Agora”, o SBT prepara uma mudança drástica em sua estratégia de programação. O espaço destinado ao jornalismo ao vivo no final da tarde, que já foi uma das marcas registradas da emissora, deverá ser substancialmente reduzido nas próximas semanas. O plano que ganha força na diretoria é a substituição do policialesco por uma nova faixa de novelas mexicanas, produtos que historicamente garantem uma audiência fiel e possuem custo de exibição infinitamente menor do que uma produção jornalística ao vivo. A emissora estuda manter apenas um noticioso local enxuto, com duração de aproximadamente 25 minutos, servindo apenas como uma “escada” para anteceder o “SBT Brasil”. Essa movimentação sinaliza que a emissora pode estar desistindo de brigar com a Record e a Band no segmento de “mundo cão” vespertino, optando por retornar à sua identidade clássica de dramaturgia enlatada para tentar estancar a sangria de audiência. O fim do “Aqui Agora” marca a segunda tentativa frustrada de reviver o formato neste século. O programa, que estreou originalmente em 1991 e revolucionou a TV brasileira com sua linguagem ágil e repórteres icônicos como Gil Gomes e César Tralli, já havia sofrido um revés em 2008, quando saiu do ar após um mês e meio. A versão de 2025, lançada em comemoração aos 44 anos da emissora, sofreu diversas reformulações em poucos meses, mas nenhuma delas foi capaz de reconectar o formato com o telespectador atual, selando seu destino como um projeto datado. O Legado de Geraldo e o Futuro Incerto Geraldo Luís deixa o SBT sem ter conseguido imprimir sua marca de “maior contador de histórias” na emissora. Conhecido por seu estilo popular e longas narrativas assistencialistas na Record, ele tentou adaptar-se ao dinamismo do “Aqui Agora”, mas o casamento entre o apresentador e o formato nunca pareceu orgânico. Sua saída reforça a instabilidade que vive o SBT em sua grade de programação, que vem sofrendo alterações constantes na tentativa de encontrar um caminho pós-Silvio Santos. Para Darlisson Dutra e Daniele Brandi, resta a missão ingrata de conduzir um “navio fantasma”. Eles assumem a bancada sabendo que o programa tem data de validade vencida. A estratégia de “tapa-buraco” é comum em televisão, e o SBT já utilizou expedientes semelhantes no passado, como em 2024, quando cancelou o “Chega Mais” para exibir Chaves e Chapolin emergencialmente. O público deve se preparar para despedidas e reprises em breve. A nota oficial da emissora agradece o “empenho e profissionalismo” de Geraldo, mas o mercado lê a demissão como um sinal de alerta. O SBT precisa urgentemente definir sua identidade para 2026, decidindo se quer ser uma emissora competitiva no jornalismo ou se vai se apoiar no acervo e na dramaturgia estrangeira. Por enquanto, a única certeza é que a experiência do “Aqui Agora” com Geraldo Luís entra para a história como uma aposta alta que não
A FAZENDA 17: TAMIRES É DESMASCARADA PELO VAR, CAROL SURTA COM SUJEIRA DE MESQUITA E DUDU ENFRENTA A ROÇA DA TRAIÇÃO
Faltando menos de três semanas para o encerramento de A Fazenda 17, o clima na sede em Itapecerica da Serra atingiu níveis insustentáveis de tensão e estratégia desesperada. A formação da Roça desta semana promete ser um divisor de águas, desenhando o cenário final do reality show. O grande destaque das últimas horas foi a tentativa articulada e, por vezes, cruel de Tamires em desestabilizar o relacionamento entre Dudu e Saory. Utilizando-se de distorções sobre conversas passadas e apelando para a intimidade do casal, Tamires buscou isolar o favorito do público, mas acabou sendo exposta pela própria edição do programa, que exibiu o “VAR” da conversa original, desmentindo suas acusações sobre o tom utilizado por Dudu. A peoa, visivelmente acuada pela possibilidade de enfrentar a berlinda, entrou no que pode ser chamado de “modo desespero”. A sua estratégia consistiu em plantar a semente da discórdia, alegando que Dudu havia exposto a higiene íntima de Saory para outros participantes de forma pejorativa. No entanto, as imagens recuperadas provam que, na realidade, Dudu estava defendendo Saory contra os comentários maldosos de Wallas e Martina na época. A distorção dos fatos por parte de Tamires não apenas falhou em separar o casal definitivamente, como também serviu para selar o destino dela como o alvo principal de Carol Narizinho, que detém o Poder do Lampião e promete vetá-la da Prova do Fazendeiro. Enquanto as tramas de manipulação ocorriam na área externa e nos quartos, a convivência interna colapsava por questões de higiene. Carol protagonizou um surto memorável contra Matheus Mesquita e Duda, motivada por uma luva suja de trato deixada junto aos itens de higiene pessoal e um fogão imundo. A briga, que começou por limpeza, evoluiu rapidamente para ataques pessoais sobre o posicionamento de jogo, com Carol acusando o casal de serem “plantas” e “folgados” que apenas “roçam” um no outro sem entregar entretenimento real. O VAR da Discórdia: Tamires Mente e Distorce Defesa de Dudu O ponto central da narrativa recente foi a exibição do “VAR” pela produção, esclarecendo a polêmica conversa sobre a peça íntima de Saory. Tamires insistiu para a casa e para a própria Saory que Dudu havia ridicularizado a situação e espalhado a fofoca. Contudo, o vídeo completo exibido ao público mostrou uma realidade oposta: Dudu apenas relatava o que havia ouvido de Wallas e Martina, posicionando-se contra a atitude deles e defendendo a integridade de Saory. A própria Tamires, na conversa original, concordava que a atitude dos rivais (chamados de “mucura” por ela) era errada. A tentativa de Tamires de maldar a situação revela uma estratégia de terra arrasada. Ao perceber que perdeu a prioridade no jogo de Dudu e foi deixada de lado, ela transformou seu rancor em munição. Ela tentou convencer Saory de que Dudu usava a intimidade deles como troféu e que fazia perguntas gráficas e desrespeitosas sobre “cores” e secreções. Essa narrativa, embora tenha abalado Saory momentaneamente, não se sustentou diante da convivência diária e da falta de coerência nos relatos de Tamires, que se contradisse ao misturar tempos e reações. A reação de Saory foi um misto de desconfiança e estratégia. Embora tenha confrontado Dudu e feito piadas irônicas sobre ele ter sido “desmascarado”, chamando-o de “ex” e “amiguinho”, ela não rompeu o laço. O casal continuou dormindo na mesma cama, ainda que separados por uma barreira de travesseiros em alguns momentos, e trocaram declarações de afeto na casinha da árvore. Saory, perspicaz, parece entender que isolar-se de Dudu neste momento seria um suicídio no jogo, e Dudu, por sua vez, reforçou que acreditar em Tamires seria “cair na pilha” de quem quer destruí-los. A Matemática da Roça: Traições e Votos Calculados A articulação para a formação da Roça envolveu cálculos complexos e muita “traição” de alianças pré-estabelecidas. Tamires, em sua cruzada para escapar da eliminação, tentou convencer o grupo a votar em peso em Dudu. Ela calculou que, se conseguisse cinco votos (dela, Toninho, Kathy, Duda e Mesquita), haveria um empate, forçando o Fazendeiro Walério a desempatar e enviar Dudu para a berlinda. A ideia era criar um cenário onde ela pudesse ser salva ou, no pior dos casos, vetar Dudu da prova. No entanto, essa estratégia esbarrou na vontade de outros participantes e na própria indecisão de Walério. Toninho, operando como um agente duplo de caos, convenceu Walério de que a melhor jogada seria indicar Dudu direto, sem passar pela votação da sede. Isso anularia o plano de Tamires de usar os votos da casa como escudo. Se Dudu for indicado pelo Fazendeiro, a casa terá que votar em outra pessoa, e o alvo mais provável passa a ser a própria Tamires, que colecionou desafetos e perdeu a confiança até de seus aliados temporários. A posição de Kathy, Duda e Mesquita também é crucial. Embora tenham concordado verbalmente com Tamires em alguns momentos, pelas costas eles admitem que preferem ver Dudu vetado da prova a qualquer custo. Duda chegou a afirmar para Toninho que o grupo não votaria em Dudu para a Roça, mas garantiria o veto caso ele caísse pelo Resta Um. Essa duplicidade mostra que Tamires está sozinha em sua batalha, sendo usada apenas como peça de manobra para enfraquecer Dudu, sem que ninguém realmente se comprometa em salvá-la. O Poder do Lampião: Carol como Fiel da Balança Em meio a todo esse xadrez, Carol desponta como a peça mais perigosa da semana. Tendo vencido a Prova de Fogo com uma performance avassaladora — coletando 73 ferraduras contra 50 de Duda e 45 de Fabiano —, ela detém os Poderes do Lampião. Carol já deixou claro, em alto e bom som, que sua prioridade de veto não é Dudu, mas sim Tamires. Para Carol, Tamires é incoerente, traiçoeira e causou mais problemas pessoais a ela do que o próprio Dudu. Se a configuração da Roça seguir a lógica de Dudu indicado pelo Fazendeiro e Tamires indo pelos votos da casa ou sobrando no Resta Um, o poder de Carol será decisivo. Ela afirmou que, se tiver a
CASA DO PATRÃO 1: RECORD E DISNEY INICIAM VENDAS DO NOVO REALITY DE BONINHO E PREPARAM ATAQUE PÓS-BBB
A parceria comercial entre a Record e a Disney para o lançamento do reality show “A Casa do Patrão” ganhou novos contornos estratégicos nesta semana. Diferente das especulações iniciais que apontavam uma estreia isolada, a emissora da Barra Funda definiu um calendário agressivo de realities shows para 2026, criando uma “linha de produção” de entretenimento contínua. O planejamento visa ocupar a grade com formatos de confinamento logo após o término do Big Brother Brasil, mantendo o público aquecido durante todo o ano com uma sequência de estreias de peso. O cronograma oficial ajustado aponta que a Record não deixará a audiência respirar após o fim do reality da concorrente. A partir de abril, logo na sequência do término do BBB, a emissora colocará no ar uma nova temporada do Power Couple Brasil. A disputa de casais ficará no ar até julho, servindo como uma “ponte” de luxo para o grande lançamento de Boninho. Imediatamente após a final do Power Couple, em julho, estreia “A Casa do Patrão”, o aguardado formato de Boninho em parceria com a Disney, que dominará a grade até setembro. Essa manobra de agendamento, colocando o Power Couple (abril a julho) antes de A Casa do Patrão (julho a setembro), revela uma tática de ocupação de território. A ideia é capturar os órfãos do reality global com a dinâmica explosiva dos casais e, em seguida, entregar a novidade do formato inédito de Boninho, criando uma fidelização de audiência que culminará, invariavelmente, na estreia de A Fazenda 18 em setembro. Será, efetivamente, um ano inteiro de reality shows no ar, exigindo fôlego da produção e do público. A Casa do Patrão: Dinâmica de Classes e Produção em Itapecerica O projeto “A Casa do Patrão”, que marca a estreia de Boninho fora da Globo e sua primeira colaboração com a Disney, já está com seu pacote comercial na rua. Sem limite de cotas, a atração promete ser uma das mais ricas da história da emissora. A produção será centralizada na sede de Itapecerica da Serra, local já consagrado por abrigar A Fazenda. A estrutura será adaptada para refletir a hierarquia social proposta pelo novo jogo, otimizando os custos logísticos da emissora, porém, não usará a sede onde o Power Couple e A Fazenda são gravados. A estrutura de A Casa do Patrão usará a estrutura deixada por A Grande Conquista, que tinha uma mecânica semelhante a proposta por Boninho. A dinâmica do programa aposta na tensão de classes, um tema recorrente e eficaz em realities. A hierarquia será rígida: haverá a figura do “Patrão”, que detém o poder e o conforto, cercado pelos “amigos do patrão”, que desfrutam de privilégios. Na base da pirâmide estarão os “empregados”, que deverão servir aos superiores enquanto lutam para inverter a lógica do jogo e conquistar o prêmio em dinheiro. A atração será diária, mantendo a narrativa de novela da vida real que o brasileiro adora. Nos bastidores, a sintonia é total. Boninho tem mantido reuniões frequentes em São Paulo com Alarico Naves, principal executivo comercial da Record, desenhando as estratégias de venda e conteúdo. A única peça que falta nesse tabuleiro é o apresentador. O pacote comercial indica que o nome ainda não foi definido, com Record e Disney buscando um perfil que transite bem entre a TV aberta e o streaming, agradando a gregos e troianos. Fim das Invenções: Domingos com Filmes Consagrados Enquanto prepara sua artilharia pesada para os realities diários, a Record decidiu adotar uma postura mais conservadora e segura para as tardes de domingo. Após diversas tentativas frustradas de emplacar programas de auditório e até versões do Power Couple vespertino que não performaram bem, a alta cúpula entendeu que a solução pode ser mais simples e barata. A emissora iniciou um movimento de mercado para reforçar seu catálogo de filmes. A estratégia é turbinar as três sessões de cinema que o canal mantém: as tardes de sábado, as noites de sábado e, principalmente, as tardes de domingo. A avaliação é que grandes sucessos de bilheteria oferecem uma retenção de audiência estável e um custo-benefício muito superior à produção de programas de auditório que lutam para sair do traço contra o futebol e os programas consolidados da concorrência. Assim, 2026 na Record será o ano dos realities durante a semana e dos blockbusters no domingo.
CRISE NA GLOBO: PROGRAMA DE ELIANA ENCALHA COMERCIALMENTE E EMISSORA DERRUBA ‘SESSÃO DA TARDE’ PARA SALVAR 2026
O que deveria ser um mar de rosas para a emissora líder de audiência, a Globo, está se revelando um desafio complexo e preocupante antes mesmo da estreia. O novo programa de Eliana, provisoriamente intitulado “Em Família”, está enfrentando uma rejeição silenciosa, mas ensurdecedora, por parte do mercado publicitário. As cotas de patrocínio, disponibilizadas para comercialização há praticamente dois meses, permanecem “encalhadas”, sem o registro de maiores interessados ou grandes marcas dispostas a investir cifras milionárias no projeto até o momento. A situação chegou a um ponto tão crítico que a Globo precisou recorrer a estratégias pouco usuais para o seu padrão de negociação. A emissora iniciou uma campanha de publicidade direcionada especificamente para o Instagram, visando chamar a atenção das agências de publicidade e “lembrar” o mercado sobre o produto. Esse movimento de “bater na porta” digitalmente denota um desespero velado, expondo que a força da marca da apresentadora, por si só, não está sendo suficiente para garantir o faturamento esperado nesta nova fase. O principal obstáculo para a venda das cotas reside na indefinição estratégica da própria emissora. As agências de publicidade relutam em investir em um “cheque em branco”, pois o programa ainda não possui um horário de exibição cravado na grade. Sem saber se a atração irá ao ar antes ou depois do almoço, os anunciantes não conseguem definir o perfil do público-alvo com precisão, o que trava as negociações e gera desconfiança sobre a real aposta do canal no formato. Além da questão comercial, existe o fantasma da concorrência que assombra os domingos da Globo. O “Domingo Legal”, do SBT, vive uma fase áurea e tem imposto derrotas consecutivas e humilhantes a Luciano Huck no período da tarde. Essa performance avassaladora da concorrência colocou a direção da Globo em alerta máximo. Lançar Eliana no meio desse fogo cruzado sem uma estratégia blindada pode significar queimar a nova estrela logo na largada, repetindo erros de planejamento anteriores. Diante desse cenário de guerra, a tendência atual nos bastidores é fixar o programa de Eliana no horário do meio-dia. Essa faixa horária serviria como uma “sala de espera” de luxo, tentando alavancar a audiência desde cedo para frear o crescimento do SBT. No entanto, mesmo essa solução é vista com ressalvas, pois altera o hábito do telespectador que consome conteúdo mais jornalístico ou regional nesse horário, exigindo uma reeducação de público que leva tempo para acontecer. Jogos Olímpicos de Inverno 2026: A Mudança Radical na Tarde da Globo Enquanto tenta resolver o problema de seus domingos, a Globo já desenha uma operação de guerra para o início de 2026, focada em outro grande evento esportivo. A emissora fará uma mudança drástica e importante na sua programação vespertina para acomodar os Jogos Olímpicos de Inverno, que serão realizados na Itália, nas cidades de Milão e Cortina d’Ampezzo, entre os dias 6 e 22 de fevereiro de 2026. O pacote comercial enviado ao mercado publicitário nos últimos dias confirma que a grade sofrerá alterações significativas. A competição invernal terá prioridade com transmissões ao vivo na faixa da tarde, especificamente entre 15h30 e 16h45. Essa decisão estratégica coloca em xeque um dos produtos mais tradicionais da casa: a “Sessão da Tarde”. A tendência confirmada é que a sessão de filmes saia do ar em diversos dias para dar lugar às disputas na neve. A complexidade logística dessa cobertura será imensa, pois o evento coincidirá com o Carnaval de 2026. Durante quatro dias, a Globo terá que dividir sua atenção e sua tela entre a folia brasileira e o gelo italiano. Para garantir a qualidade, a emissora promete uma cobertura robusta, com espaço nos telejornais, uma equipe completa in loco na Itália e uma cobertura ampla e dedicada no SporTV, o canal esportivo do grupo na TV fechada. A aposta da Globo não é aleatória; ela é baseada em dados concretos de audiência recente. O foco principal das transmissões na TV aberta será a patinação artística. A modalidade foi a recordista de audiência na última edição dos jogos, em 2022, mesmo sendo exibida nas madrugadas. A direção avalia que, trazendo esse conteúdo para a tarde, o potencial de engajamento do público, que aprecia a beleza plástica e a competição do esporte, será multiplicado. Essa estratégia também carrega um aprendizado histórico amargo. A Globo aposta em um nicho que foi “descoberto” pela Record em 2010. Durante os Jogos de Inverno de Vancouver, no Canadá, a emissora de Edir Macedo investiu pesado nas competições de neve e chegou a liderar a audiência na Grande São Paulo, derrotando a Globo. A Vênus Platinada não quer dar margem para que a história se repita, ocupando esse espaço com autoridade. Os Jogos de Milão-Cortina 2026 também marcarão uma nova era política no esporte mundial. Estes serão os primeiros jogos sob a gestão de Kirsty Coventry no Comitê Olímpico Internacional (COI). A ex-nadadora do Zimbábue foi eleita presidente da entidade no dia 20 de março de 2025, tornando-se a primeira mulher e a primeira representante do continente africano a assumir o cargo máximo do esporte olímpico, trazendo um novo simbolismo para o evento que a Globo transmitirá. Por fim, embora a estrutura comercial e logística dos Jogos esteja avançada, a parte artística ainda engatinha. A emissora ainda não definiu a equipe de narração e os comentaristas que comandarão as transmissões. A escolha dessas vozes será fundamental para traduzir esportes pouco comuns ao brasileiro, como o curling e o hóquei, garantindo que a aposta de derrubar a programação da tarde valha a pena em termos de retorno de público.
BAND FECHA ACORDO COM HBO MAX PARA EXIBIR “DONA BEJA” E GARANTE NETO NA GRADE DE 2026
Os bastidores da Band estão agitados com a finalização de um acordo que está, literalmente, por um triz de ser oficializado. Faltam apenas as assinaturas finais de ambos os lados para que a emissora do Morumbi e a gigante do streaming HBO Max sacramente um novo e robusto compromisso. Esta aliança não é apenas uma compra de direitos, mas sim o fortalecimento de uma relação comercial e criativa que vem se estreitando significativamente nos últimos tempos, demonstrando uma sinergia rara entre a TV linear e as plataformas digitais. O grande troféu dessa negociação é a exibição da novela “Dona Beja”. Pelo que está sendo desenhado nas mesas de negociação, a trama será exibida na Band em sistema de televisão aberta imediatamente após o seu lançamento oficial na plataforma de streaming. Esse modelo de negócios, que já vinha sendo ensaiado com outras produções, coloca a Band em uma posição privilegiada, permitindo que a emissora ofereça ao seu público um produto de altíssima qualidade técnica e dramatúrgica, sem o intervalo de tempo que costumava separar as janelas de exibição no passado. A Consolidação de uma Parceria Estratégica Não é de hoje que Band e Warner Bros. Discovery (controladora da HBO Max) flertam com modelos de negócios integrados. As relações, descritas como “muito boas” por fontes internas, evoluíram de simples licenciamentos para parcerias e trocas de diferentes conteúdos. No início deste ano, o mercado já havia recebido sinais claros dessa aproximação quando a novela “Beleza Fatal”, a primeira produção original brasileira da plataforma de streaming, apareceu entre os casos de colaboração previstos. Agora, com “Dona Beja”, o movimento se torna ainda mais ousado. A validação deste acordo para a exibição no sistema aberto representa um “aperto de mãos dos mais saudáveis”, onde ambos os lados ganham. Para a HBO Max, a TV aberta serve como uma vitrine colossal de divulgação, impulsionando assinaturas e gerando conversa nas redes sociais. Para a Band, significa preencher a grade com teledramaturgia de ponta, atraindo anunciantes e uma audiência fiel que busca novelas, um gênero que é paixão nacional. Expectativas Altas e “Dona Beja” As informações que circulam nos corredores sobre a qualidade de “Dona Beja” são extremamente animadoras. Relatos vindos dos “circuitos fechados”, onde ocorrem as exibições prévias para executivos e testes de audiência, indicam que a produção está impecável. As avaliações são as melhores possíveis, sugerindo que a obra tem tudo para ser um sucesso tanto no ambiente digital quanto na televisão aberta. A aposta na novela é alta, e a confiança da Band em fechar esse acordo reflete a certeza de que têm em mãos um produto capaz de brigar pela audiência no horário nobre. Este movimento também sinaliza uma retomada inteligente da dramaturgia na Band. Em vez de arcar sozinha com os custos astronômicos de produção de uma novela do zero, a emissora se alia a um player global que já possui a infraestrutura e o capital para tal. Isso permite que a Band foque na curadoria e na estratégia de programação, entregando ao telespectador um conteúdo visualmente rico e narrativamente denso, que honra o legado da versão original, mas com a roupagem moderna do streaming. O Esporte Continua Sendo Pilar: “Apito Final” Renovado Enquanto a dramaturgia ganha reforços de peso, o pilar esportivo da Band, que faz parte do DNA da emissora, também recebe ótimas notícias para o futuro a longo prazo. O programa “Apito Final”, comandado pelo carismático e polêmico Craque Neto, teve sua continuidade assegurada não apenas para o próximo ano, mas já está confirmado na programação da Band para 2026. Essa antecipação na renovação demonstra a total confiança da direção no formato e no apresentador. O programa, que ocupa uma faixa horária estratégica nos domingos, debatendo a rodada do futebol com a linguagem popular e direta que é marca registrada de Neto, possui uma das melhores avaliações internas da grade da emissora. O sucesso não é apenas de audiência, mas também comercial, atraindo marcas que querem se associar à credibilidade e à repercussão que o programa gera semanalmente. A atração se consolidou como uma alternativa vibrante às mesas redondas tradicionais. Para manter o nível dos debates e a química que agrada ao público, o time que acompanha Neto também foi mantido. As participações de Marília Ruiz, com sua análise tática e precisa; Leandro Quesada, trazendo informações de bastidores; e Oscar Roberto Godói, com a visão da arbitragem e o contraponto bem-humorado, continuam firmes. A manutenção desse elenco garante a estabilidade do produto e fideliza o telespectador que já se habituou à dinâmica do grupo. Um Olhar para o Futuro: 2026 e Além O planejamento da Band, ao garantir atrações para 2026 e fechar parcerias de longo prazo com gigantes internacionais, mostra uma emissora que está olhando para o futuro com seriedade. Em um mercado volátil, onde contratos são frequentemente revistos e programas cancelados, ter a segurança de uma grade esportiva sólida e o aporte de conteúdo premium de parceiros como a HBO Max coloca o canal em uma posição de vantagem competitiva. A combinação entre o apelo popular do futebol, liderado pela figura icônica de Neto, e o prestígio da teledramaturgia trazida por “Dona Beja”, cria um mix de programação diversificado. Isso atende tanto ao público que busca a emoção do esporte quanto àquele que deseja o entretenimento da ficção. Com as assinaturas prestes a acontecer, a Band prepara o terreno para um ciclo de crescimento e relevância, provando que a televisão aberta, quando bem gerida e aliada às novas mídias, continua sendo uma força inquestionável no Brasil.
Copa do Mundo 2026: SBT Ataca Globo por Caio Ribeiro, Vive Impasse com Galvão Bueno e Revela Investimento Milionário
A expectativa para o maior evento esportivo do planeta já começou a tomar conta dos bastidores da televisão brasileira. Com a Copa do Mundo de 2026 batendo à porta, marcada pela inovação de ser sediada em três países — Estados Unidos, México e Canadá — e contar com 48 seleções, as emissoras nacionais iniciaram suas movimentações estratégicas. O primeiro grande teste de fogo acontece nesta sexta-feira, dia 5, com o sorteio da fase de grupos, que será realizado em Washington, nos Estados Unidos, às 14h (horário de Brasília). Este evento não apenas define os caminhos das seleções, mas também serve como o pontapé inicial para a cobertura das emissoras detentoras dos direitos, revelando suas equipes e o tom que darão à transmissão. No centro das atenções está o SBT, que vem adotando uma postura agressiva no mercado para garantir uma cobertura histórica. A emissora da família Abravanel, em parceria com a NSports, está disposta a montar um “time dos sonhos” para o Mundial. A grande novidade nos bastidores é a investida pesada para tirar o comentarista Caio Ribeiro da Globo. A intenção é reeditar a parceria de sucesso que ele teve com Tiago Leifert durante anos na emissora concorrente, especialmente em programas como o “Central da Copa”. Leifert, que já é o narrador titular do projeto esportivo do SBT, tem atuado diretamente nos bastidores como um intermediador, tentando convencer o amigo e ex-companheiro de bancada a mudar de casa para este projeto ambicioso de 2026. A Situação “Complicada, Mas Possível” de Caio Ribeiro Apesar do desejo intenso do SBT, a operação para tirar Caio Ribeiro da Globo é vista internamente como complexa. O comentarista desfruta de uma situação extremamente confortável na líder de audiência, onde está desde 2007. Sua trajetória na casa é sólida: começou na Rádio Globo e no SporTV, comentando a Série B, e foi promovido para a TV aberta devido ao seu carisma e clareza. Atualmente, ele integra a equipe das principais competições de futebol e participa frequentemente das transmissões da Seleção Brasileira, além de ter no currículo a cobertura ininterrupta das últimas quatro Copas do Mundo (2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, existe uma brecha que o SBT tenta explorar: a liberdade comercial. Um dos pontos que dificulta a permanência de grandes talentos na Globo nos moldes atuais é a rigidez contratual. Caio Ribeiro busca liberdade para tocar seus projetos paralelos e empreendimentos que envolvem futebol, como sua escolinha de esportes para crianças e a participação em eventos corporativos. O SBT, conhecido por ser mais flexível com seus contratados em relação a publicidade e negócios próprios, acena com essa autonomia como um diferencial decisivo na negociação, transformando o que parecia impossível em algo viável. O Drama Contratual de Galvão Bueno e a Liberação da Band Enquanto sonha com Caio Ribeiro, o SBT enfrenta um obstáculo burocrático envolvendo sua maior estrela para a narração: Galvão Bueno. Embora seja sócio da NSports e a voz oficial da Copa no canal de Silvio Santos, Galvão possui um contrato vigente com a Band. O narrador manifestou o desejo de participar ativamente da transmissão do sorteio dos grupos nesta sexta-feira, integrando a equipe do SBT/NSports. No entanto, até o fechamento desta edição, o departamento de esportes da Band não havia autorizado sua liberação, criando um clima de tensão e incerteza sobre a presença do locutor no evento de Washington. A situação é delicada e pode exigir uma intervenção nos mais altos escalões das emissoras. Especula-se que a conversa para a liberação de Galvão tenha que acontecer diretamente com Johnny Saad, dono da Band, para destravar o impasse a tempo do sorteio. Para todos os efeitos práticos, a transmissão do sorteio no SBT será ancorada por Tiago Leifert diretamente dos estúdios em São Paulo. Ele estará acompanhado pelo comentarista Mauro Beting e por Wallace Neguerê. Para trazer o clima local dos Estados Unidos, a emissora escalou um time híbrido de esporte e entretenimento: o repórter João Venturi, o jogador Alexandre Pato e a cantora Gabi Martins entrarão ao vivo diretamente do local do evento. Valores Revelados: O Custo Milionário dos Direitos de Transmissão A parceria entre SBT e NSports para a transmissão da Copa do Mundo de 2026 envolve cifras impressionantes, demonstrando o alto investimento realizado. Segundo fontes seguras, as duas empresas desembolsaram conjuntamente o valor de US$ 25 milhões pelos direitos de transmissão. Na cotação atual, esse montante representa aproximadamente R$ 134,5 milhões. O acordo garante ao SBT e à NSports um pacote de 32 jogos do torneio, uma redução em relação aos 54 jogos imaginados no início das negociações, ajuste feito justamente para reduzir os custos finais da operação e viabilizar o negócio. A primeira parcela desse acordo milionário já foi quitada junto à Fifa no início de outubro. A entidade máxima do futebol mundial ainda receberá ao menos outras três parcelas até a realização do evento, entre junho e julho de 2026. Vale ressaltar que a maior parte desse investimento financeiro foi bancada pelo SBT, que busca recuperar sua relevância e audiência através do futebol. Comparativamente, o valor é inferior ao pago pela Globo, que em sua renegociação de ciclo (2023-2026) acertou pagamentos anuais na casa dos US$ 60 milhões (cerca de R$ 322 milhões), mantendo-se como a maior investidora, mas perdendo a exclusividade absoluta que detinha em décadas passadas. Reestruturação Interna e Mudança de Arena no Fim de Ano O investimento na Copa do Mundo faz parte de um plano maior de reestruturação liderado por Daniela Beyruti, presidente do SBT. Em comunicado recente aos colaboradores, a executiva expressou otimismo, afirmando estar “desenhando um 2026 extraordinário”. No entanto, ela foi franca ao admitir que os resultados atuais da emissora estão aquém da capacidade de entrega do time, sinalizando que a tarefa de “colocar ordem na casa” continua sendo uma prioridade. A meta é utilizar eventos como o Mundial para alavancar a audiência e trazer novos anunciantes, revertendo o quadro atual de desempenho. Além do planejamento para a Copa, o SBT teve que lidar com questões logísticas imediatas


