O pós-reality é sempre uma verdadeira caixinha de surpresas e, enquanto uns nadam em rios de dinheiro e fecham contratos milionários, outros passam por situações que beiram o filme de terror. O mundo dos influenciadores e ex-confinados está pegando fogo, e a gente não perde um único detalhe desse tabuleiro de xadrez fofoqueiro. De um lado, a Globo abriu a carteira apenas para um grupo muito seleto de ex-BBBs. Do outro, um reality show internacional virou caso de denúncias gravíssimas, calotes e ameaças, engolindo a irmã gêmea de uma das finalistas mais queridas do Brasil.
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A Peneira da Globo: Só as “Fodidas” Faturam na ViU Digital!
A Rede Globo não está para brincadeira e provou que, quando o assunto é dinheiro, não existe espaço para caridade. A emissora divulgou um vídeo caprichado, usando uma temática de “figurinhas da Copa”, para anunciar oficialmente a renovação de contrato de apenas cinco ex-participantes do grupo Pipoca do BBB 26. E adivinha? A lista é 100% feminina! As felizardas que garantiram o crachá da firma pelo menos até o final do ano são: Tia Milena, Maxiane, Samira, Shaiane e Marciele.
A escolha não foi baseada puramente no amor do público, mas sim no faro afiado do mercado publicitário. A emissora selecionou a dedo as participantes que geraram interesse das marcas para integrarem o casting da ViU Digital, o braço da Globo voltado exclusivamente para influenciadores e campanhas milionárias. Ironicamente, o grupo que tanto foi zoado lá dentro acabou se dando muito bem aqui fora, e nomes que não renderam tanto no jogo, como Marciele, viraram alvo das publicidades.
E se você está se perguntando: “Mas cadê a Ana Paula, a grande campeã?”, a resposta é simples: cacife alto. As negociações de Ana Paula e Jonas estão acontecendo de forma totalmente separada do restante do elenco. Afinal, a Loba sabe o peso que tem e não vai dividir a fatia do bolo do mesmo jeito que as colegas de confinamento.
O Engajamento de Samira e o “Affair” com Christian Figueiredo
Por falar em faturar e saber jogar o jogo do engajamento, quem aprendeu a lição rapidinho foi a Samira. A ex-sister, que saiu do confinamento com a imagem bastante arranhada e uma rejeição perigosa, não ficou chorando as pitangas em casa. Apenas um mês e pouco após deixar a casa mais vigiada do Brasil, ela já tratou de encontrar o frescor perfeito para reabilitar o seu nome na internet.
Samira foi flagrada vivendo um suposto affair com ninguém menos que o youtuber veterano Christian Figueiredo, que ostenta uma base gigantesca de 10 milhões de seguidores. O jornal Extra confirmou o envolvimento, e os pombinhos já foram vistos jantando num restaurante japonês, com direito a comidinha na boca, e ouvindo Taylor Swift no apartamento do influenciador.
Não estamos aqui para julgar se é amor verdadeiro ou apenas um collab romântico, mas a jogada de imagem é inegável. Colar na vitrine de um youtuber gigante e limpar a imagem negativa que ficou do BBB é o puro suco do marketing de influência. Enquanto uns planejam voltar como atores, Samira está fazendo exatamente o que influenciadores fazem de melhor: surfar no engajamento alheio.
O Vexame Radioativo do “Imigrante Reality”
Mas se na Globo o clima é de festa e contratos assinados, fora do país a situação virou caso de polícia e um vexame histórico. Lembra daquela galera que tentou descredibilizar o BBB 26 exaltando um suposto reality gringo focado em imigrantes nos Estados Unidos? A máscara caiu, e o “Imigrante Reality”, transmitido pelo YouTube, entregou um verdadeiro show de horrores. O programa atraiu os olhares do público brasileiro principalmente por causa de Milly Moreira, a irmã gêmea da nossa Tia Milena, mas os bastidores foram tóxicos.
As denúncias feitas pelos participantes do programa são de embrulhar o estômago. Os organizadores foram acusados de não pagar o que deviam aos competidores e de negligenciar socorro médico básico para quem se machucava nas provas. E para garantir o silêncio da galera, a produção impôs uma ameaça absurda: uma multa de 50 mil dólares para quem abrisse o bico sobre as condições precárias. Até o dinheiro que os participantes conseguiram multiplicar suando nas ruas — transformando 20 dólares em 6 mil — foi cruelmente confiscado pelos donos do formato.
Troca de Acusações e o Fim da Parceria
O caos não ficou restrito apenas aos coitados dos participantes. A bomba explodiu diretamente na cabeça dos sócios e criadores do projeto, Thiago Alves e Helen Cris. A parceria entre os dois foi rompida no meio de uma guerra radioativa, com acusações mútuas que envolvem racismo, homofobia e um mar de dívidas.
A lavagem de roupa suja foi pública e constrangedora. De um lado, há denúncias de atitudes preconceituosas por parte do investidor; do outro, a acusação de que havia um desejo doentio de transformar o programa em “baixaria” pura só para forçar a audiência. É o amadorismo levado ao extremo, brincando com os sonhos de pessoas que estão recomeçando a vida longe de casa.
Com todo esse trauma na bagagem, fica aqui a nossa dica de ouro para o Rodrigo Carelli: manda a passagem de avião para a Milly Moreira! Depois de sobreviver a esse pesadelo nos Estados Unidos, a irmã de Tia Milena merece uma vaga na próxima temporada de “A Fazenda” para mostrar como é que se faz entretenimento de verdade no Brasil.










