Meus amores e fofoqueiros de plantão do FaroPop, se vocês achavam que as homenagens póstumas no mundo das celebridades eram feitas apenas de paz, amor e união, preparem-se para ter essa ilusão destruída agora mesmo! Na última segunda-feira, dia 20 de julho, a morte da nossa inesquecível Preta Gil completou um ano. Para marcar a data, o público começou a receber duas homenagens em formato de documentário, sob o especial batizado de “Quanto Mais Preta, Melhor”. Mas o que parecia ser uma linda e unificada celebração esconde, na verdade, um barraco daqueles nos bastidores! Pegue a sua xícara de café, porque a gente vai destrinchar a guerra fria que rachou a família e os amigos da cantora bem no meio.
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A Guerra Fria nas Ilhas de Edição
Quem sintonizou para assistir às homenagens percebeu algo muito curioso: embora tenham a mesma personagem central, não foi lançado apenas um projeto, mas sim dois documentários distintos para contar a mesma história. E se você acha que isso foi apenas um excesso de material gravado, está redondamente enganado. A verdade nua e crua é que essas duas produções nasceram de um racha profundo e amargo entre os familiares e os amigos íntimos da cantora.
Segundo as fofocas e apurações que vieram à tona, a falta de alinhamento e as desavenças foram tão grandes que os dois grupos decidiram seguir caminhos completamente opostos e distintos na hora de homenagear a artista. Cada lado pegou a sua câmera, a sua versão dos fatos e foi produzir o seu próprio material, escancarando que a harmonia passou longe dessas produções.
O Desejo de Preta Gil vs. O Controle de Flora Gil
A divisão ficou explícita logo na fase de desenvolvimento dos roteiros. De um lado do ringue, a madrasta de Preta, Flora Gil, bateu o pé e optou por conduzir separadamente o documentário focado na visão da família. Batizado de “Meu Nome é Preta”, o projeto concentrou os depoimentos estritamente nos familiares da artista. A produção familiar já estreou no dia 20 e terá exibição semanal até o dia 8 de agosto, data em que Preta completaria mais um aniversário.
Do outro lado, os amigos da cantora não deixaram barato e assumiram a frente de “Preta: Eu Não Ando Só”. A produção, que foi abraçada pelo Globoplay, não foi um mero capricho do grupo, mas sim um desejo que havia sido manifestado pela própria Preta Gil ainda em vida. Essa versão reuniu as pessoas que acompanharam a cantora ao longo de sua trajetória e que, visivelmente, seguiram um caminho bem diferente daquele que foi adotado pelos familiares.
A Torta de Climão e a Exclusão Imperdoável
Se você acha que o clima pesado ficou restrito apenas aos estúdios de gravação, senta que o pior ainda está por vir. O ápice do cinismo e da torta de climão aconteceu justamente nas redes sociais, bem no primeiro aniversário da morte da artista. Flora Gil foi até a internet publicar uma homenagem e fez questão de citar nominalmente os amigos com quem Preta pôde contar ao longo da vida.
Porém, a internet não perdoa e os fãs notaram imediatamente um detalhe que repercutiu de forma chocante: a ausência completa de Malu Barbosa na publicação! Para quem não acompanhou os bastidores da época, Malu foi simplesmente uma das amigas mais próximas da cantora, e esteve ao lado dela ininterruptamente durante os três cruéis anos do tratamento contra a doença. Esse “esquecimento” de Flora Gil alimentou de vez as especulações sobre o forte distanciamento entre os integrantes dos dois grupos.
No fim das contas, a falta de alinhamento entre família e amigos é apontada nos bastidores como o principal e único motivo para que a história de vida de Preta Gil acabasse sendo retratada em duas produções totalmente independentes. Cada uma trouxe uma perspectiva diferente, conduzida por pessoas que ocuparam espaços distintos na vida da cantora e que, pelo visto, não fazem a menor questão de dividir a mesma tela. É, meus fofoqueiros, o teto de vidro do mundo dos famosos não poupa absolutamente ninguém!







