Após uma das noites mais caóticas e violentas da história de A Fazenda 17, que culminou em um surto de Shia, uma briga quase física com Wallas e uma casa inteira em pânico, o grande culpado pelo estopim da confusão foi finalmente revelado: Guilherme. Uma “vingança infantil” do ator por causa da divisão de cervejas na festa foi o gatilho que desencadeou uma série de eventos catastróficos, provando como uma pequena atitude pode levar a consequências desastrosas no confinamento.
Enquanto a casa passava o dia em modo de “contenção de danos”, com Shia e Guilherme tentando se desculpar por seus atos, uma nova fogueira se acendia na cozinha. Desta vez, Yoná e Tàmires protagonizaram uma guerra por comida que expôs as rachaduras dentro do “grupinho”, que se reuniu em um “tribunal” para julgar as atitudes de Yoná e selar seu isolamento.
Table of Contents
O Estopim do Caos em A Fazenda: Guilherme, o Grande Culpado
Toda a confusão generalizada da madrugada de sexta para sábado teve um único ponto de partida: uma atitude de Guilherme. Incomodado com a divisão de cervejas feita por Carol durante a festa, o ator decidiu se vingar de forma infantil. Ele foi até a cama onde Carol e Kathy dormem e escondeu as colchas e os edredons, sussurrando sua intenção para Michelle, que testemunhou o ato e nada fez.
O que Guilherme não previu foi o efeito dominó de sua “brincadeira”. Ao voltarem da festa, Carol e Kat, ao encontrarem a cama desfeita, iniciaram um panelaço em protesto. O barulho incessante foi o gatilho para a crise de ansiedade de Shia, que já estava irritado por não poder sair para fumar. O surto do peão, por sua vez, levou à sua controversa fala sobre “socar 10 pessoas”, que culminou na briga explosiva com Wallas.
A revelação de que Guilherme foi o verdadeiro pivô de todo o caos veio através de Maria, que contou a verdade para Carol. A descoberta solidificou o “desrespeito” que Carol sentiu e expôs a omissão de Michelle, que sabia do plano de Guilherme e preferiu ficar calada, permitindo que a situação escalasse para um nível perigoso e quase resultasse em uma agressão física.
A Contenção de Danos: Pedidos de Desculpa e um Clima de Medo
A manhã de sábado foi dedicada à contenção da crise. Nizam e Michelle conversaram separadamente com Shia e Guilherme, alertando-os sobre a gravidade de suas ações. Nizam ressaltou a Shia que sua “vontade de agredir” verbalizada constantemente o coloca como um alvo e que ele precisava se preparar para a roça. Para Guilherme, ele avisou que a acusação de “do job” era uma difamação e um erro que o perseguiria.
Shia passou o dia tentando se justificar. Em conversas com Carol e Wallas, ele pediu desculpas e classificou sua fala sobre “socar 10 pessoas” como uma “metáfora”, uma força de expressão causada pela crise de ansiedade. Ele e Wallas chegaram a se acertar, mas a desconfiança permaneceu. Guilherme, por sua vez, chorou e se disse arrependido, mas quando tentou pedir perdão a Carol, foi completamente ignorado por ela.
Apesar dos pedidos de desculpa, o clima na casa era de medo. Após o retorno de Shia da conversa com a produção, os peões não conseguiram dormir direito. Qualquer movimento do ator no quarto gerava apreensão, e a madrugada foi descrita como “quase uma noite de pânico para todo mundo”, com Tàmires chegando a rezar antes de tentar dormir.
Nova Fogueira na Cozinha: A Guerra de Yoná e Tàmires
Enquanto a poeira da briga principal baixava, uma nova fogueira se acendeu na cozinha, desta vez entre Yoná e Tàmires. Yoná decidiu, por conta própria, pegar uma carne que Tàmires havia separado para preparar o almoço do “grupinho”. A atitude foi vista como uma afronta e gerou uma briga imediata.
Tàmires, irritada, chamou Yoná de “abusada” por estragar a comida e o planejamento do grupo. Em vez de se explicar, Yoná debochou da situação, cantando a música “Dona Maria, Deixa Eu Namorar a Sua Filha” enquanto Tàmires reclamava. A briga escalou, com Yoná fazendo duas panelas de arroz, uma quantidade considerada exagerada, e chamando Tàmires de “cobra” e “traíra”.
Rachaduras e Intrigas: O “Tribunal” Contra Yoná
As atitudes de Yoná na cozinha foram a gota d’água para seus próprios aliados. O “grupinho” se reuniu na casinha da árvore no que parecia um “tribunal” para julgar seu comportamento. Mateus relatou que Yoná “deu a louca”, e Kat sugeriu que o melhor a fazer era dar um “gelo” nela. Carol concordou: “Não pode ficar dando confiança pra ela. É tratar ela fria”.
A reunião também expôs outras rachaduras no grupo. Wallas aproveitou o momento para detonar Dudu, o principal aliado de Yoná. “Eu gostava do Dudu, mas ele é um garoto tóxico. Garotinho veio de jogo baixo. E não assume nada. Um cagão!”, disparou Wallas. A crítica pesada a Dudu mostra que, mesmo dentro do “grupinho”, as alianças são frágeis e a desconfiança está crescendo.




























































