A Globo está preparando sua artilharia pesada para o futuro de sua dramaturgia, e os nomes envolvidos são sinônimo de sucesso absoluto. O mestre das reviravoltas, Walcyr Carrasco, já tem sua próxima missão definida e está totalmente focado no projeto. A nova novela, que sucederá “Três Graças”, promete prender o público com uma trama clássica de vingança. E para liderar essa jornada, a emissora já iniciou conversas com um de seus maiores talentos: Camila Queiroz.
Enquanto o novo fenômeno de Walcyr é desenvolvido, o público já acompanha o retorno de outro gigante, Aguinaldo Silva, que com “Três Graças” já sinaliza ter um novo ícone em mãos: a personagem Arminda, vivida por Grazi Massafera. A emissora arma assim um futuro de forte impacto, equilibrando o sucesso atual com a promessa de uma vingança que promete parar o Brasil, ao mesmo tempo que reforça seu jornalismo com coberturas especiais como a da COP 30.
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“Quem Ama Cuida”: A Vingança Como Prato Principal
O ponto de partida da trama de Walcyr Carrasco é um dos dramas humanos mais universais: a injustiça. A história, que a Globo já oficializou o pedido de registro da marca “Quem Ama Cuida”, começará de forma impactante. A protagonista, Adriana, uma dedicada cuidadora de idosos, será presa injustamente por um crime que não cometeu. Esse evento trágico será o motor de toda a narrativa, que ganhará força anos depois, quando ela finalmente deixar a cadeia.
Ao sair da prisão, Adriana terá um único objetivo: iniciar seu plano meticuloso de vingança contra todos aqueles que a vitimaram e roubaram seu tempo. Walcyr Carrasco sabe que essa é uma receita simples, mas descrita internamente como “infalível”, daquelas que o público adora e abraça do início ao fim. A parceria com a diretora Amora Mautner, conhecida por sua estética apurada, garante que a dupla já está totalmente debruçada em como entregar essa história da forma mais intensa possível.
Neste momento, o registro do nome “Quem Ama Cuida” é considerado uma mera formalidade, aguardando apenas o prazo legal de apresentação de oposição. A escolha do título sugere que a trama de Adriana pode envolver uma ironia trágica com sua antiga profissão de cuidadora, transformando seu cuidado em um plano frio contra seus algozes. A expectativa é alta, pois Walcyr raramente erra quando decide explorar as paixões humanas mais viscerais, como o desejo de justiça a qualquer custo.
Camila Queiroz: O Risco da Repetição ou a Reinvenção da Estrela?
Para dar vida à complexa Adriana, o nome de Camila Queiroz é o mais forte nos bastidores. A escolha é estratégica, mas também gerou debates internos, visto que os trabalhos mais recentes da atriz também exploraram a temática da “vingança”. No entanto, a confiança da direção em seu talento é total, e o consenso é que ela pode, sim, se reinventar e entregar um trabalho completamente novo, sem soar repetitiva.
A avaliação é que Camila é uma atriz de “grandes recursos”. Ela possui a habilidade de se transformar em cena e dar à personagem características novas e bem diferentes das que já apresentou. Além disso, um fator crucial joga a favor da escalação: o tempo. Até o início das gravações da novela, a atriz já terá cumprido integralmente sua licença-maternidade, estando pronta para mergulhar de cabeça em um papel de tanto fôlego. Como dizem na Globo, “tudo a favor, até o vento”.
“Três Graças” e a Próxima Imortal da TV
Enquanto a nova trama de Walcyr não chega, o público está sendo brindado com “Três Graças”, a obra que marca o retorno de Aguinaldo Silva. A novela, ainda em seu comecinho, já demonstra que o autor está “bem afinado”. Aguinaldo Silva mantém sua conhecida e celebrada facilidade de “entregar o personagem” ao público sem precisar de nem mesmo uma cena completa. A agilidade narrativa e a construção imediata dos perfis já renderam elogios, com fichas merecidas sendo apostadas em cima do talento de Sophie Charlotte.
A grande discussão que “Três Graças” já provoca é sobre o legado. Uma novela boa de verdade é aquela que deixa seus personagens para a história. A teledramaturgia brasileira é rica em exemplos que se tornaram imortais, como Odete Roitman, a inesquecível Nazaré Tedesco, a elegante Laurinha Figueiroa, o temido Zeca Diabo, e as mais recentes Carminha, Flora, Crô e Félix. Criar um personagem desse nível é o objetivo máximo de qualquer autor.
Embora ainda seja muito cedo para cravar, uma personagem já desponta como forte candidata a entrar nessa seleta lista: Arminda, vivida por Grazi Massafera. Pelo que se conhece da atriz e da construção inicial da personagem, Arminda tem todos os elementos—carisma, complexidade e potencial de virada—para se tornar um desses ícones que o público jamais esquece. O potencial de Grazi, aliado ao texto afiado de Aguinaldo, acende o alerta de que uma nova “imortal” pode estar nascendo no horário nobre.
Globo Reforça o Jornalismo com Especial sobre a COP 30
Nem só de novelas vive a programação da emissora. A Globo também demonstra força em seu jornalismo investigativo e de serviço, preparando o terreno para eventos de importância global. Prova disso é a nova série especial do “Globo Repórter”, que estreia já nesta sexta-feira. A muito boa repórter Lilia Teles estará à frente de quatro episódios focados nos desafios e preparativos para a COP 30.
A série começa com uma visita à bacia hidrográfica do Tocantins-Araguaia, a única que é inteiramente brasileira. Este especial reforça o compromisso da emissora com pautas ambientais e sociais, mostrando que a cobertura dos grandes eventos começa muito antes deles acontecerem. A Globo arma seu tabuleiro para os próximos meses com uma estratégia clara: apostar no que sabe fazer de melhor, dominando a audiência em todas as frentes com dramaturgia de peso e jornalismo de credibilidade.








