A internet não perdoa, e a Justiça do Trabalho muito menos! O que era para ser apenas mais uma jogada de marketing e engajamento virou o maior pesadelo na vida de Viih Tube e Eliezer. O casal de influenciadores cruzou uma linha perigosíssima ao lançar o reality show “As Patroas”, colocando seus próprios funcionários para catar moedas dentro de um vaso sanitário e em lixeiras sujas de papel higiênico. O escândalo tomou proporções tão gigantescas que até o Tribunal Superior do Trabalho (TST) parece ter mandado um recado direto. E para piorar, a desculpa inventada pelos famosos para limpar a própria barra é, no mínimo, um delírio total de assessoria de imprensa. O FaroPop te conta agora todos os detalhes dessa humilhação travestida de entretenimento e a tentativa desesperada dos milionários de fugir do cancelamento!
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O Alerta do TST e a Fúria Ácida de Luana Piovani
Se você achou que enfiar a mão na privada da patroa para concorrer a um prêmio de R$ 20.000 era apenas uma gincana inofensiva, as autoridades têm uma visão bem diferente. Após a repercussão desastrosa e revoltante do primeiro episódio de “As Patroas”, o TST não perdeu tempo e publicou uma imagem fortíssima em suas redes sociais oficiais: o desenho de uma casa com a frase escancarada “Humilhação não é entretenimento”.
Embora o órgão não tenha citado os nomes de Viih Tube e Eliezer diretamente na publicação, o endereço da indireta ficou óbvio para todo o Brasil. A postagem alertou categoricamente que a exposição de empregados a situações vexatórias pode caracterizar assédio moral, violando a dignidade no ambiente de trabalho.
E quem também não perdoou a atitude foi a rainha das tretas, Luana Piovani. Sem o menor filtro, a atriz massacrou o casal nas redes sociais, chamando a dinâmica de “pão e circo”. Piovani ainda fez questão de lembrar que os R$ 20.000 oferecidos no reality não pagam sequer uma das bolsinhas de grife que Viih Tube ostenta por aí, classificando o ato como rir da cara do pobre. Com muito deboche, Luana ironizou a situação prevendo que logo veremos Eliezer e Viih chorando as pitangas e ganhando um quadro sobre maternidade no programa do Luciano Huck para limpar a imagem.
O Escudo Humano e a “Vibe Jojo Todynho” das Funcionárias
Quando o Tribunal da Internet começou a afiar a guilhotina do cancelamento, um movimento inusitado aconteceu para tentar blindar os patrões: as próprias funcionárias apareceram em vídeo para defendê-los! Em um momento que cheirou a desespero para estancar a crise, a líder da equipe gravou um desabafo revoltadíssimo, encarnando uma verdadeira “vibe Jojo Todynho”.
No vídeo, as funcionárias bateram o pé e garantiram que ninguém foi obrigado a fazer nada que não quisesse, afirmando que amam o que fazem e que são super bem cuidadas pelo casal. Elas soltaram os cachorros nos críticos, mandando o público “procurar o que fazer”, lavar uma roupa suja e parar de atrapalhar a chance delas de ganhar dinheiro e uma moto no reality.
É claro que a internet não comprou a ideia. Afinal, ver trabalhadoras se submetendo a colocar a mão num cesto de lixo sujo no banheiro dos patrões gerou um desconforto coletivo. Eliezer até tentou botar panos quentes participando ao vivo do programa do Leo Dias, mas o que se viu foi muita vergonha alheia na tentativa de justificar o show de horrores.
A “Crítica Social”: A Desculpa Mais Esfarrapada da Internet
Mas a verdadeira cereja desse bolo de chorume veio poucas horas depois. Vendo que a estratégia das “funcionárias felizes” não colou e com medo real do Ministério Público do Trabalho, Viih Tube e Eliezer anteciparam o segundo episódio e tiraram da cartola a desculpa mais esfarrapada e cara de pau da história da internet.
Eles apareceram no vídeo jurando de pés juntos que o reality inteiro, a humilhação e as cenas bizarras não passavam de uma profunda crítica social contra a precarização do trabalho e a escala 6×1! Sim, é isso mesmo. Segundo o ex-BBB, eles colocaram as meninas nessas situações esdrúxulas de propósito apenas para chamar a atenção do Brasil para a causa sindical, e que as funcionárias toparam fingir a humilhação em prol dessa pauta.
Viih Tube chegou a gravar uma explicação afirmando que a data de postagem do vídeo foi milimetricamente escolhida para coincidir com os debates sobre a escala 6×1 em Brasília, mas que precisou antecipar tudo porque a proporção da crise foi muito maior do que ela esperava. A influenciadora também justificou que as meninas têm um contrato audiovisual separado, recebendo uma espécie de cachê de publicidade para participar.
Sejamos francos: se a intenção fosse militar contra a escala 6×1, bastava gravar um vídeo informativo de três minutos, e não montar um cenário digno de Round 6 para submeter pessoas a uma humilhação que pareceu muito real. No final das contas, tudo soou como um grande malabarismo de assessoria de imprensa — e uma bela forçação de barra — para reverter o vexame e fugir de uma investigação. A internet pode até esquecer rápido, mas essa mancha vai ser difícil de lavar!






