O fim de semana foi marcado por um evento histórico em São Paulo, mas o que realmente roubou a cena e dividiu a internet foi o figurino da Xuxa. A Rainha dos Baixinhos voltou aos palcos para sua aguardada turnê de despedida, entregando uma superprodução que deu muito o que falar. Mas, como a web não perdoa, uma peça de roupa extremamente específica virou o centro de um debate gigantesco sobre falso moralismo e inveja.
Puxe a cadeira, porque a fofoca de bastidor de hoje está imperdível e cheia de alfinetadas!
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Ousadia extrema e o figurino da Xuxa
A estreia da turnê “O Último Voo da Nave” lotou um estádio paulista com mais de 50 mil pessoas ávidas por nostalgia pura. O espetáculo estava impecável, mas quando a loira surgiu no palco vestindo um body prateado e todo espelhado, a temperatura da discussão subiu na hora. A peça era extremamente e visivelmente cavada, tanto na parte da frente quanto na parte de trás.
O corte audacioso deixava muito do corpo da apresentadora à mostra, destacando fortemente a virilha e gerando um burburinho imediato entre quem acompanhava os vídeos que pipocavam pelas redes sociais. Para muitos espectadores, a atitude de usar um modelo tão revelador foi uma verdadeira demonstração de força, atitude e segurança inabalável com o próprio corpo.
As críticas pesadas e a vergonha alheia
Porém, como nem todo mundo gosta de aplaudir o sucesso alheio, a ousadia cobrou seu preço. A jornalista Mônica Salgado, ex-repórter do Vídeo Show e da revista Vogue, foi para suas redes sociais destilar críticas amargas contra a escolha estética da artista. Ela classificou o visual como uma “erotização desmedida” e questionou publicamente se a atitude representava empoderamento ou apenas autoobjetificação.
A crítica da jornalista foi bastante ácida, chamando a atitude de “cringe” e afirmando que sentiu “vergonha alheia” ao ver a apresentadora cantando músicas antigas com uma roupa que, segundo suas palavras, estava cravada no “rabisteco”. Mônica chegou a comparar a situação com estrelas internacionais como Madonna, sugerindo que a brasileira havia parado no tempo no quesito inovação musical.
Os altinhos não ligam para o falso moralismo
A verdade nua e crua que os fiscais da moralidade fingem ignorar é muito simples: o público que estava presente não se importou nem um pouco com o recorte da roupa. A era de cantar para os baixinhos acabou definitivamente. Hoje, a plateia é formada por adultos vacinados, que enfrentam dores na lombar e lidam com dívidas no Serasa, e que pagaram caro no ingresso apenas para reviver a magia da juventude.
Quem estava no estádio queria apenas gritar, chorar e cantar os grandes sucessos da carreira da loira. A imensa maioria dos fãs, incluindo o gigantesco público LGBTQIA+ que idolatra o estilo diva pop, olhou para o palco e viu apenas uma estrela entregando tudo o que prometeu, aplaudindo de pé o brilho e a presença de palco.
O que ninguém te contou sobre os bastidores
Para calar a boca de quem tentou problematizar o visual, a internet fez questão de apontar os detalhes que os críticos de plantão tentaram ofuscar:
- Truque de mestre: Apesar do visual super cavado e revelador, a apresentadora usava uma meia-calça extremamente resistente na cor exata de sua pele, garantindo a estética perfeita e segurança durante as coreografias.
- Vitalidade de sobra: Exibir uma excelente forma física e dançar intensamente por quase duas horas seguidas aos 63 anos de idade é um feito impressionante que não é para qualquer um.
- Apenas para maiores: A estética com recortes, capas e botas sempre foi a marca registrada da artista, mas agora o show é voltado exclusivamente para maiores de idade, longe dos antigos programas matinais.
- Tecnologia gringa: O evento foi um luxo e contou com uma nave espacial pesando 400 quilos suspensa no ar, utilizando a mesmíssima engenharia holandesa que ergueu a turnê Renaissance, da Beyoncé.
Seja vestindo uma capa imponente ou um body extremamente cavado, o fato é que ela ainda sabe exatamente como parar o Brasil. No fim das contas, as críticas e problematizações apenas serviram para gerar mais engajamento para a turnê.
E você, de que lado está nessa grande confusão digital? Achou que o visual foi um exagero completamente desnecessário ou que os críticos estão apenas transbordando inveja e falso moralismo? Deixe seu comentário bem aqui embaixo e vamos debater juntos!









