Os bastidores do SBT estão fervendo com uma mistura explosiva de reviravoltas políticas, demissões conturbadas e negativas humilhantes. A emissora de Silvio Santos precisou recalcular a rota às pressas no departamento de jornalismo, enquanto o setor de entretenimento tenta apagar os incêndios causados por estrelismos e reclamações salariais no Fofocalizando. A prova de que a emissora vive dias de pura adrenalina é a verdadeira dança das cadeiras na grade e o desespero para montar um time competitivo para o próximo ano. O PLANO B: DEBATE CANCELADO E ENTREVISTA COM LULA A primeira grande bomba atinge o coração do jornalismo político da rede. O tão aguardado debate presidencial que o pool do SBT promoveria no dia 14 de setembro foi cancelado oficialmente. A decisão drástica foi tomada após as ausências de confirmação de dois dos principais nomes da disputa: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O encontro para o Governo de São Paulo também foi para o ralo pelo mesmo motivo. No entanto, o SBT não ficou de braços cruzados e acionou um “plano B” de peso. A emissora garantiu uma entrevista exclusiva com o atual presidente Lula, que abrirá uma série de sabatinas no SBT Brasil nesta quinta-feira (10). A conversa de 30 minutos será comandada por Basília Rodrigues e Marina Demori diretamente do Palácio da Alvorada, garantindo que a rede não perca totalmente o protagonismo na cobertura eleitoral. O BARRACO DA DEMISSÃO: CAROL LEKKER FORA DO SBT Se na política o tom é de diplomacia, no entretenimento a porta bateu com força. A saída da influenciadora Carol Lekker do Fofocalizando não teve absolutamente nada de amigável. A apresentadora foi dispensada devido ao seu comportamento considerado inadequado tanto nos bastidores quanto ao vivo, e os executivos da rede decidiram fechar as portas para um retorno no futuro, avaliando que ela se recusou a amadurecer profissionalmente e focou apenas em polêmicas de internet. O que mais irritou a cúpula da emissora foram as recentes reclamações financeiras de Lekker. Ganhando um salário de R$ 10 mil, ela foi para a internet reclamar que estava endividada e com medo de faltar comida, citando os altos custos de São Paulo, como um aluguel de R$ 3 mil e R$ 300 diários de Uber, já que não dirige. A exposição dos valores foi a gota d’água para antecipar a sua saída do ar. A RECUSA DE FÁBIA OLIVEIRA E O FUTURO DO FOFOCALIZANDO Com o buraco deixado no sofá do programa fofoqueiro, o SBT foi ao mercado e sondou a jornalista Fábia Oliveira. A resposta, porém, foi um sonoro não. Fábia recusou a proposta da emissora paulista justamente por considerar o salário baixo e por ter um forte vínculo de exclusividade com o portal Metrópoles, avaliando que a troca não compensaria financeiramente. A recusa obriga o SBT a acelerar o seu plano de reformulação. Para 2027, a direção quer transformar o Fofocalizando em uma verdadeira revista eletrônica, com uma gama maior de assuntos para bater de frente com o Brasil Urgente, da Band. O nome de Daniele Brandi, atualmente no Primeiro Impacto, desponta como uma das principais opções para esse novo formato. SANGUE NOVO E A NOVA ASSINATURA DA REDE Nem tudo são crises no jornalismo do SBT. A emissora tem motivos para sorrir nas madrugadas: Marcelo Casagrande tem recebido uma enxurrada de elogios no comando do Primeiro Impacto. Carismático e muito seguro, ele já é apontado como a maior revelação recente da emissora, merecendo alçar voos mais altos do que o noticiário matutino. Para embalar todas essas mudanças, o SBT já definiu o conceito do seu próximo grande evento para o mercado publicitário. O “upfront” do final do ano girará em torno da marca “SBTem”, uma sacada do publicitário Sérgio Valente para reforçar que a emissora “tem diversão”, “tem notícias” e tem tudo o que o telespectador precisa para 2027.
O “NÃO” DE FÁBIA OLIVEIRA: BASTIDORES DA BUSCA DESESPERADA DO SBT POR NOVOS APRESENTADORES!
DE ELIMINADA A CONTRATADA: JORDANA MORAIS ASSINA COM A RECORD PARA COBRIR A FAZENDA 18
A Record decidiu pisar no acelerador e preparou uma verdadeira ofensiva para dominar a audiência e a repercussão nas redes sociais neste mês de setembro. Com apostas pesadas que vão desde o entretenimento até o jornalismo político e a teledramaturgia, a emissora do bispo Edir Macedo promete não dar espaço para a concorrência respirar. O grande carro-chefe dessa movimentação é, sem dúvida, a nova temporada do reality rural. Para esquentar os motores, a emissora promove hoje uma grande coletiva de imprensa de A Fazenda 18. O evento reunirá jornalistas de todo o Brasil com a apresentadora Adriane Galisteu e o diretor Rodrigo Carelli, além de Fernando Viudez e Gilson Silveira, para revelar as novidades da edição. O ponto alto do encontro será a apresentação do novo set do programa, que já é classificado pela direção como o maior de todos até agora. DE ELIMINADA DA GLOBO A APRESENTADORA DA RECORD E por falar em reality show, a Record provou que está de olho nos talentos revelados pela concorrência. A emissora foi buscar uma das figuras de destaque da temporada passada da Globo para reforçar o seu próprio time. A ex-BBB Jordana Morais acaba de ser anunciada oficialmente como a nova apresentadora da Link TV, a multiplataforma digital pertencente à Record Entretenimento. A advogada, que foi a 16ª eliminada do “BBB26” com 71,80% dos votos em um paredão contra Juliano Floss e Ana Paula Renault, chega com a missão de comandar uma atração durante a cobertura pesada de A Fazenda 18. Jordana usou as redes sociais para celebrar o novo capítulo em sua carreira profissional, agradecendo à emissora pela confiança poucos meses após deixar o confinamento global. Na Link TV — que agora também marca presença na Samsung TV Plus —, a ex-sister dividirá a grade do canal com figuras conhecidas do público, como Felipeh Campos, Lucas Selfie, Gui Araújo e Dudu Camargo. A EMBOSCADA NA TV E A FIRMEZA NO JORNALISMO POLÍTICO Saindo do universo dos realities, a dramaturgia bíblica também tem novidades no gatilho. A emissora confirmou para o próximo dia 22 a estreia de Reis – A Emboscada. Trata-se da 12ª temporada da série, que chegará totalmente inédita à grade da TV aberta. No departamento de jornalismo, a Record decidiu seguir um caminho oposto ao do SBT — que cancelou o seu encontro eleitoral. Para efeitos oficiais, o aguardado debate presidencial da emissora está mantidíssimo para o dia 27 de setembro. A direção de jornalismo do canal trabalha com a forte expectativa de que todos os candidatos compareçam ao embate, incluindo o presidente Lula e Flávio Bolsonaro, já que as últimas pesquisas eleitorais mostram resultados cada vez mais apertados, forçando os políticos a buscarem exposição na TV aberta.
O CORAJOSO PLANO DA BAND: NOVELA AO VIVO E SEM CORTES PROMETE CHOCAR A TELEVISÃO EM 2027!
A TV Bandeirantes decidiu romper com o comodismo da televisão aberta e preparar uma verdadeira revolução em sua grade de programação. Em um movimento ousado e atípico para os padrões atuais do mercado, a emissora do Morumbi fechou um acordo estratégico para desenvolver uma obra de dramaturgia produzida inteiramente ao vivo. Trata-se de um projeto sem precedentes recentes na televisão brasileira, combinando a adrenalina da transmissão em tempo real com a estrutura narrativa de uma dramédia. A iniciativa faz parte de um plano de reestruturação de conteúdo liderado pelo diretor-geral de Programação e Conteúdo da Band, Guillermo Pendino. A meta é colocar a emissora de volta ao mapa da teledramaturgia nacional, mas fugindo do formato tradicional de novelas gravadas com meses de antecedência, apostando na imprevisibilidade do “ao vivo” como o grande elemento de atração para o público. O MESTRE POR TRÁS DA APOSTA: A TRAJETÓRIA DE AJAX CAMACHO Para comandar esse projeto ambicioso, a alta cúpula da Band foi buscar um dos nomes mais experientes e versáteis do mercado audiovisual brasileiro: o diretor e criador Ajax Camacho. Responsável pela concepção e direção geral da atração, Camacho carrega no currículo uma bagagem de grandes sucessos na televisão. O diretor começou sua trajetória nos anos 1990 como assistente da renomada Tizuka Yamazaki na novela Amazônia (1992) e, posteriormente, foi convidado pelo lendário diretor Walter Avancini para integrar a equipe da histórica Xica da Silva (1996), na extinta TV Manchete. Na TV Globo, Camacho esteve à frente de episódios do inesquecível Você Decide — formato que já flertava com a interatividade e escolhas do público — e da novela jovem Malhação. Sua consolidação definitiva veio na Record, onde assinou a direção de produções bíblicas de grande porte, com destaque para o fenômeno de audiência Os Dez Mandamentos (2015), além de títulos como A Terra Prometida, O Rico e o Lázaro, Jesus, Jezabel, Topíssima, Amor Sem Igual e a série Todas as Garotas em Mim. Com essa bagagem acumulada em mais de três décadas, Ajax Camacho assume a missão de colocar de pé uma produção que misturará drama e comédia no ritmo das novelas, mas com a voltagem de um programa ao vivo. Trata-se do primeiro investimento da Band em dramaturgia própria desde a série Terminadores, exibida em 2016, e da última novela clássica da casa, Água na Boca, levada ao ar em 2008. O lançamento oficial do projeto está agendado para a grade de 2027. PACOTE DE OUTUBRO: LEO DIAS, NOVO APRESENTADOR E REFORÇO NO HUMOR Enquanto constrói as bases para a sua nova teledramaturgia de 2027, a Band não pretende ficar parada e prepara uma movimentação intensa em sua programação já para os próximos dias. Um pacote especial de atrações foi desenhado para estrear no mês de outubro, trazendo renovação e novos rostos para a tela. Entre os destaques está a estreia do programa Dossiê Celebridades, que será comandado pelo jornalista e colunista Leo Dias. A atração promete mergulhar nos bastidores do mundo dos famosos, trazendo investigações exclusivas e reportagens especiais sobre os bastidores da fama. A área de jornalismo policial e de ação também ganha cara nova. A atração Linha de Combate ganha uma nova temporada e passa a ser apresentada por JP Vergueiro, prometendo uma cobertura mais ágil e integrada das operações de segurança pelo país. Para fechar a trinca de novidades imediatas, o consagrado Perrengue na Band passará por uma repaginação visual e estrutural. O humorístico das noites de domingo segue sob o comando do quarteto Tatola Godas, Dennys Motta, Ricardinho Mendonça e Ângelo Campos, mas ganhará novos quadros e dinâmicas para renovar o fôlego da atração diante da concorrência. Com braços fortes no jornalismo, no entretenimento popular e no desenvolvimento de uma dramaturgia inédita, a Band mostra que está disposta a brigar espaço a espaço na TV aberta.
PAGANDO PRA TRABALHAR? CARIÚCHA TIRA DINHEIRO DO BOLSO PARA TER PLATEIA NA REDETV!
O CAOS NAS TRANSMISSÕES, A FUSÃO BILIONÁRIA NO STREAMING E O BARRACO DA PLATEIA NA REDETV! O mercado de televisão e streaming vive dias de tensão que vão desde a dificuldade de identificar jogadores em campo até manobras bilionárias nos tribunais americanos e bizarrices nos bastidores das emissoras abertas. Se no esporte a paciência do público e dos narradores está chegando ao limite com o amadorismo e o excesso de opiniões, nos bastidores da RedeTV!, a situação atinge contornos tragicômicos com apresentadora precisando abrir a carteira para não falar sozinha. CEGUEIRA EM CAMPO E A CRISE DOS “DONOS DA VERDADE” O futebol brasileiro provou que, muitas vezes, o básico é completamente ignorado. Durante a transmissão da partida entre Vitória e Grêmio, o narrador Daniel Pereira, o Dandan do SporTV, fez uma reclamação extremamente pertinente ao vivo. O time gaúcho entrou em campo à noite com uma camisa azul clara com numeração em dourado, tornando a identificação dos atletas praticamente impossível à distância. O contraste ruim, somado à iluminação deficiente, prejudicou não apenas o narrador, mas a própria transmissão televisiva, que paga fortunas pelos direitos de exibição e não conseguiu fazer a leitura exata nem com lentes modernas. Mas o problema do esporte e do jornalismo não para na cor da camisa. O público está esgotado com o atual formato dos canais fechados. A audiência está começando a minguar porque, hoje em dia, sobra opinião e falta informação. Os programas foram tomados por comentaristas que atuam como “donos da verdade”, emitindo opiniões sem pesquisas, sem fontes e sem embasamento suficiente para sustentar o que dizem, o que afasta cada vez mais os telespectadores. A JOGADA DE MESTRE DA PARAMOUNT E WARNER Enquanto a TV sofre com a fuga de público, os gigantes do streaming travam uma verdadeira guerra nos bastidores para dominar o mercado esportivo. A Paramount está em uma corrida contra o tempo para destravar a sua complexa fusão com a Warner. O objetivo central dessa manobra é assumir o controle da TNT e avançar agressivamente na aquisição de eventos esportivos. Representantes da Paramount têm um encontro marcado com um juiz e com o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, para uma conferência de acordo. A cúpula americana entende que essa indefinição está travando a estratégia do Paramount+ para a compra de novos direitos de transmissão. Caso a reunião avance, a fusão pode mudar completamente o tabuleiro de quem transmite o esporte mundial nos próximos anos. O VEXAME DO AUDITÓRIO PAGO NA REDETV! COM CARIUCHA Voltando ao cenário nacional, a RedeTV! protagoniza mais uma daquelas histórias que só a TV brasileira consegue entregar. A emissora havia liberado o retorno do auditório no programa Superpop, mas os bastidores revelam uma situação constrangedora. Segundo fontes, a presença de público não está sendo bancada pela rede. As más línguas garantem que a apresentadora Cariúcha está precisando tirar dinheiro do próprio bolso para bancar os gastos e garantir que o seu programa tenha uma plateia. Essa vaquinha forçada seria o verdadeiro motivo para a inconstância do auditório, que agora aparece em algumas edições e some em outras, sem nenhum critério aparente. Quando a emissora não banca, sobra para o apresentador pagar para ter para quem falar.
FLAGRA NA CAMA: ADEMIR PEGA DORA E ANDRÉ E ADRIANA REVELA QUE ARMOU TUDO EM QUEM AMA CUIDA!
A teledramaturgia sempre foi fascinada por personagens que transitam na linha tênue e perigosa entre a busca pela justiça e a sede implacável por vingança. A novela Quem Ama Cuida acaba de elevar esse conceito à sua máxima potência, entregando ao telespectador uma das sequências mais eletrizantes e tensas de sua exibição. Nos próximos capítulos, o público testemunhará o desmoronamento de um teatro muito bem ensaiado. A protagonista Adriana, interpretada com maestria por Leticia Colin, vai provar definitivamente que não tem absolutamente nenhum limite quando o assunto é destruir a vida daqueles que a prejudicaram no passado. Para quem acreditava que a ex-detenta havia amolecido o coração após tantas provações, a reviravolta será um verdadeiro banho de água fria. Adriana transformou a vida amorosa e pessoal da empresária Dora (Mariana Ximenes) em um peão dentro de seu tabuleiro de xadrez, utilizando a rival como o instrumento perfeito para uma tortura psicológica meticulosamente calculada. O TEATRO DO PERDÃO E O BOTE DA SERPENTE EM QUEM AMA CUIDA Tudo começou a se desenhar quando Dora, a ex-madrasta de Pedro (Chay Suede), decidiu abaixar a guarda e tentar selar a paz. A dona da escola de dança procurou a protagonista em um momento de vulnerabilidade para pedir desculpas formais por suas atitudes no passado. Durante uma conversa densa, Dora reconheceu que foi covarde e omissa durante o julgamento da fisioterapeuta, e admitiu que, no fundo de sua consciência, sempre acreditou na inocência de Adriana. Em uma performance digna de Oscar, a mocinha fingiu ser compreensiva e perdoou a loira. No entanto, essa aparente reconciliação não passou de uma farsa sombria para encobrir o verdadeiro plano. Adriana usou exatamente esse momento de trégua para concluir a sua grande armadilha. O alvo principal dessa rasteira não era apenas Dora, mas sim o ego inflado e a arrogância do advogado Ademir (Dan Stulbach). A protagonista analisou o cenário e concluiu que a situação mais humilhante e dolorosa possível para o criminalista seria descobrir o envolvimento íntimo de sua ex-mulher com alguém do seu próprio sangue. A SENHA, O FLAGRANTE NA CAMA E O BARRACO EM FAMÍLIA Para concretizar esse golpe de mestre, a ex-detenta precisou de uma cúmplice e contou com a ajuda fundamental de Lyris (Pri Helena). Foi a personagem quem executou o trabalho sujo, entrando em contato direto com o criminalista e fornecendo, de bandeja, a senha de acesso do apartamento onde o novo casal se encontrava em segredo. O resultado dessa armação foi imediato e explosivo. O criminalista invadiu o imóvel crente de que estava no controle da situação, mas o que encontrou destruiu o seu mundo: Dora e o seu próprio sobrinho, André (Henrique Barreira), juntos na cama. As consequências dessa emboscada não demoraram a aparecer na tela. Completamente cego de raiva, humilhado e com o ego ferido de forma irreparável, Ademir perdeu o controle e partiu para a agressão física contra André, transformando o apartamento em um cenário de guerra. O barraco familiar só não tomou proporções ainda mais trágicas porque Dora assumiu as rédeas da situação de forma surpreendente, enfrentou o ex-marido de peito aberto e o expulsou escorraçado do local. O plano havia funcionado com uma precisão assustadora. A CONFISSÃO AUDACIOSA E O RISCO DE VOLTAR PARA A CADEIA Mas a grande cartada da semana ainda estava guardada para o final. Diferente das clássicas vilãs de novelas que escondem seus crimes e manipulações até o último capítulo da trama, Adriana não fará a menor questão de manter a sua autoria nas sombras. Em um momento de pura audácia e soberba, ela vai surpreender André, Dora e o próprio namorado, Pedro, ao admitir abertamente, olhando nos olhos de todos, que foi a grande mente responsável por colocar Ademir no caminho do casal. Essa confissão nua, crua e sem nenhum pingo de remorso vai expor o lado mais obscuro da protagonista. Diante de Pedro, que é um idealista convicto e sempre lutou pela justiça pelos meios legais, Adriana escancarará até onde está disposta a ir para concretizar o seu acerto de contas pessoal. O advogado ficará em estado de choque profundo e começará a demonstrar uma enorme preocupação com os métodos maquiavélicos usados pela amada. O grande problema que paira sobre a protagonista não é apenas moral, mas estritamente criminal. Adriana ainda está cumprindo pena em regime de liberdade condicional. Ao confessar a armação, chocar os mais próximos e continuar flertando com o perigo, ela coloca a sua própria situação jurídica em um risco iminente, podendo voltar para trás das grades a qualquer momento e perder tudo o que conquistou. O jogo virou, e a caçadora ávida por vingança pode acabar se tornando a caça do seu próprio plano perfeito.
O DESESPERO DA GLOBO: “AVENIDA BRASIL 2” É OFICIALIZADA EM MEIO A VEXAME HISTÓRICO NO IBOPE
A TV Globo acaba de jogar a sua cartada mais arriscada, midiática e perigosa dos últimos anos para tentar estancar uma crise de audiência sem precedentes que assombra as suas tardes e apavora o departamento comercial. Na manhã desta quarta-feira (8), a emissora utilizou as suas redes sociais para oficializar o que o mercado já especulava com altíssima ansiedade: a nova temporada de Avenida Brasil é uma realidade palpável. No entanto, o que deveria ser um anúncio de celebração absoluta, com ares de garantia de sucesso, esconde um bastidor de pura apreensão, desespero e reuniões de emergência na alta cúpula da rede. A oficialização da continuação da icônica história de Carminha e Nina não aconteceu nesta exata semana por um mero acaso do destino ou planejamento tranquilo. A emissora carioca foi praticamente obrigada a antecipar e intensificar a divulgação da novidade para criar uma “cortina de fumaça”. O motivo? A reprise da versão original da novela, que atualmente ocupa a cobiçada e estratégica faixa do Vale a Pena Ver de Novo, está protagonizando um verdadeiro vexame nos medidores do Ibope, acendendo todos os alertas vermelhos na direção de programação. O FLOP DE CARMINHA E O FANTASMA DOS VERDADEIROS FENÔMENOS Considerada um fenômeno cultural sem paralelos em sua exibição original — capaz de esvaziar as ruas do país em seu último capítulo — a atual passagem de Avenida Brasil pelo Vale a Pena Ver de Novo está terrivelmente longe de repetir o estrondo esperado até mesmo se comparada com sua primeira reprise, entre 2019 e 2020. A trama de João Emanuel Carneiro amarga uma média parcial muito fraca, estacionada em apenas 13,9 pontos na Grande São Paulo. Para os executivos da Globo, esse número é um verdadeiro balde de água fria e um atestado de rejeição temporária, já que a novela consegue ficar apenas ligeiramente acima dos 13,0 pontos marcados por sua antecessora imediata, a clássica Rainha da Sucata (1990). O buraco se mostra ainda mais fundo e doloroso quando a emissora compara o atual desempenho da vingança do lixão com os verdadeiros fenômenos recentes da faixa de reprises. A atual marca de Avenida Brasil está sendo humilhada e fica muito abaixo dos impressionantes 16,8 pontos cravados pelas reprises de A Viagem (1994) e Alma Gêmea (2005). Além disso, perde feio até mesmo para os 15,8 pontos conquistados pela antológica Tieta (1989). Diante desses números fracos e da letargia do público, a crítica interna é claríssima: a emissora precisará investir pesado e divulgar a nova temporada por muito tempo para tentar convencer um telespectador que, aparentemente, não está mais tão interessado no formato atual da obra. EFEITO DOMINÓ: A CRISE DA EDIÇÃO ESPECIAL E O SOCORRO DE MANOEL CARLOS O fracasso de audiência, infelizmente para a Globo, não se restringe apenas ao horário do Vale a Pena Ver de Novo. A crise atinge em cheio a sessão Edição Especial, que atualmente exibe a novela Além do Tempo (2015). A trama espírita afundou a entrega de audiência da grade e amarga uma média parcial de parcos 10,3 pontos na Grande São Paulo, o que a coloca na incômoda posição de estar abaixo das sete produções que foram exibidas anteriormente no mesmo horário. Para tentar salvar a sua grade de reprises, estancar a sangria de público e resgatar o telespectador perdido, a Globo já estuda recorrer a um socorro de peso no seu arquivo. A novela Páginas da Vida (2006), do aclamado autor Manoel Carlos, entrou forte no radar da emissora e ganha grandes chances de ser a próxima escalada, seja para a Edição Especial ou para o próprio Vale a Pena Ver de Novo. A trama, centrada na obstetra Helena (Regina Duarte) e na criação de Clara (Joana Mocarzel) — rejeitada pela avó Marta (Lilia Cabral) por ter síndrome de Down —, nunca foi reprisada na TV aberta. O folhetim ganhou uma força descomunal recentemente graças ao alto engajamento nas redes sociais, onde cenas das vilãs implacáveis Marta, Sandra (Danielle Winits) e Alice (Regiane Alves) viralizam quase que diariamente. A obra conta com um elenco estelar que angariou elogios na época, incluindo Fernanda Vasconcellos, Marcos Caruso, Marjorie Estiano e Grazi Massafera, que fazia seu primeiro trabalho após sair do BBB. Curiosamente, a Globo já havia tentado reprisar a novela em 2012, mas esbarrou nas antigas regras de classificação indicativa do Ministério da Justiça, que exigia a trama toda editada para o horário. Com a queda dessa regra em 2017, o caminho agora está livre para o folhetim que marcou época. A CARTADA FINAL DO DESESPERO: A VOLTA DE ROQUE SANTEIRO Mas Páginas da Vida não é a única carta na manga da direção. Em um movimento que escancara de vez o nível de desespero por números expressivos e imediatos, o clássico absoluto da televisão brasileira, Roque Santeiro (1985), também passou a ser fortemente cogitado nos corredores da emissora para ganhar uma reprise histórica nas tardes da TV aberta. A escalação de uma novela da década de 1980 quebraria diversos protocolos recentes da emissora, provando que, na guerra por audiência, não existem regras imutáveis. Trazer de volta o triângulo imortal formado por Viúva Porcina, Sinhozinho Malta e Roque Santeiro seria a cartada final para atrair o público saudosista que abandonou a televisão aberta nos últimos anos. Entre a oficialização precipitada de Avenida Brasil 2 para mascarar o flop da reprise, a força emocional do texto de Manoel Carlos e a possível volta do maior fenômeno dos anos 80, a Globo corre desesperadamente contra o tempo para provar ao mercado publicitário que ainda é a dona absoluta das tardes brasileiras.
GUERRA NA GLOBONEWS! ÂNCORA TENTA DERRUBAR ANDRÉIA SADI E TOMA O CONTROLE DO ESTÚDIO I!
O PERDÃO DE FAUSTÃO, A GUERRA NA GLOBONEWS E A REDENÇÃO DE KAROL CONKÁ Os bastidores do Grupo Globo fervem com uma mistura explosiva de retornos históricos, redenções corporativas e uma guerra declarada por espaço no jornalismo. Enquanto a emissora carioca abre as portas para selar a paz com um de seus maiores ícones após anos de mágoa, o clima nos estúdios da TV fechada escancara que a lealdade é um artigo de luxo, e a disputa por audiência justifica até mesmo as puxadas de tapete mais descaradas. O movimento de maior peso institucional, sem dúvida, é o aguardado retorno de Fausto Silva à tela da Globo. O veterano comunicador quebrou o gelo e concederá uma entrevista exclusiva ao programa Conversa com Bial, com previsão de ir ao ar no dia 15 de setembro. O FIM DA MÁGOA: FAUSTÃO DE VOLTA APÓS CINCO ANOS A reaparição de Faustão na emissora marca o fim de um hiato de cinco anos desde a sua saída conturbada e pouco amigável em 2021. Na época, a direção da Globo não digeriu o acordo firmado entre o apresentador e a Band e o tirou do ar de forma abrupta, negando-lhe a chance de uma despedida digna após décadas de liderança. O ressentimento era evidente: há quase dois anos, ele chegou a recusar um convite de Luciano Huck para ser homenageado no Domingão, alegando não estar pronto para retornar ao antigo palco. Agora, o tom é de superação e ativismo. Na entrevista com Pedro Bial, Silva mergulhará nas profundas dificuldades de saúde que enfrentou nos últimos dois anos, período em que passou por quatro transplantes (um de coração, dois de rins e um de fígado). Acompanhado pelos médicos Fábio Gaiotto (cirurgião que liderou o transplante cardíaco) e Fernando Bacal (cardiologista), o apresentador usará o espaço para falar sobre a cultura de doação de órgãos, pauta que transformou sua família em ativistas. A PUXADA DE TAPETE DESCARADA NA GLOBONEWS Se na TV aberta o clima é de perdão, na GloboNews a faca está nos dentes. O ambiente nos corredores do canal de notícias está indo de mal a pior, impulsionado por uma disputa territorial agressiva no Estúdio i, a maior audiência diária da rede. Andréia Sadi, a titular absoluta da atração, tem se ausentado frequentemente desde um controverso episódio envolvendo um PowerPoint em março. A brecha foi o suficiente para que a sua vaga passasse a ser abertamente cobiçada. Denise Lacerda, que assumiu o lugar de Carlos Jardim no comando da rede há três meses, está em forte ascensão e não faz questão nenhuma de esconder suas ambições. Nos bastidores, Lacerda já declarou em mais de uma ocasião que não planeja ficar onde está e que sua meta principal é tomar a titularidade da revista vespertina de Sadi. O que choca a cúpula do jornalismo é justamente a “cara de pau” da movimentação, já que tentativas de puxada de tapete costumam operar nas sombras, e não de forma tão declarada. O LUCRO DO CANCELAMENTO: A NOVA FASE DE KAROL CONKÁ Enquanto âncoras brigam por espaço, o departamento comercial da Globo prova que o tempo (e o dinheiro) curam qualquer crise de imagem. Karol Conká, a artista que deixou o BBB 21 com assustadores 99,17% dos votos — a maior rejeição da história do reality —, agora é oficialmente agenciada comercialmente pela emissora. A rapper assinou contrato para integrar o casting da ViU, braço da Globo dedicado ao agenciamento de influenciadores e à prospecção no mercado publicitário. O acordo coroa uma longa e bem-sucedida operação da própria rede para limpar a imagem da cantora, que começou com o documentário A Vida Depois do Tombo (2021) e culminou com sua integração à RedeBBB neste ano de 2026, onde atuou como repórter e entrevistadora da temporada. Com mais de 4,4 milhões de seguidores, Karol será conectada pela ViU a campanhas publicitárias milionárias, embora mantenha a administração artística e de shows com a sua própria empresa, a Conká Produções. ATRASOS NO STREAMING Para fechar o panorama do grupo, o Globoplay movimenta suas peças de dramaturgia com cautela. A atriz Debora Bloch já tem novo trabalho garantido após o remake de Vale Tudo: ela estará em Resposta ao Tempo, série de Lícia Manzo focada em quatro amigas que foram nadadoras campeãs na década de 1990. Por outro lado, a aguardada superprodução Veronika com K segue na geladeira da plataforma: sem data de estreia definida, a obra foi empurrada para o segundo semestre de 2026, testando a paciência dos assinantes.
SBT CORTA AS ASAS DE BOCARDI E CANCELA DEBATE PRESIDENCIAL
O SBT vive dias de alta voltagem e decisões drásticas nos bastidores. Na incansável busca para equilibrar o faturamento comercial e a audiência, a direção do SBT está provando que não tem medo de recalcular a rota com a bola rolando, mesmo que isso envolva barrar privilégios de grandes contratações, jogar a toalha em coberturas políticas importantes e abrir o cofre para peitar a TV Globo em negociações milionárias. O epicentro do atual terremoto atinge diretamente o final de tarde da emissora. O telejornal SBT Cidades, comandado por Rodrigo Bocardi e Erica Reis, passou por uma limpa agressiva apenas um mês após a sua estreia oficial. A alta cúpula do canal decidiu dar um basta e cortou o acordo que permitia a divulgação da “BocaTV”, o projeto multiplataforma de jornalismo independente pertencente ao próprio Bocardi. O BASTIDOR DA CRISE COM BOCARDI: FATURAMENTO E AUTOPROMOÇÃO A decisão de remover o QR code da tela e extinguir as chamadas para as redes sociais do âncora foi motivada por um claro diagnóstico interno: a autopromoção estava passando do ponto. O SBT emitiu uma nota oficial polida, afirmando que a parceria entre o apresentador e a emissora segue “bem-sucedida” e que a mudança ocorreu em “comum acordo”, repactuando os termos para que os projetos sigam de forma independente. Contudo, a realidade dos corredores é bem mais tensa. O clima já gera faíscas porque, além da frustração com o corte de sua marca pessoal, há uma profunda insatisfação da direção com o desempenho comercial do telejornal. A rede tinha a expectativa de que o peso do nome de Bocardi atrairia marcas diferenciadas, mas o projeto estreou com um faturamento baixo e falhou até mesmo em conservar os anunciantes que já investiam em formatos extintos da casa, como o Tá na Hora e o clássico Aqui Agora. A situação se assemelha aos atritos passados que a emissora teve com Leo Dias e Luiz Bacci, provando que o SBT não hesita em mudar as regras do jogo quando se sente prejudicado. JORNALISMO EM BAIXA: CANCELAMENTO DO DEBATE A crise no departamento de jornalismo não se restringiu ao final de tarde. O SBT também decidiu recuar e cancelou definitivamente a realização do seu debate com os presidenciáveis, que estava agendado para a noite da próxima segunda-feira, dia 14. A decisão foi tomada por pura desmotivação após as ausências confirmadas de nomes fortes da disputa, como Lula e Flávio Bolsonaro. Curiosamente, a lacuna deixada pela TV aberta foi rapidamente preenchida pelo mercado digital. O canal MathiasTV, comandado pelo apresentador Paulo Mathias na internet, assumiu imediatamente a data e o horário (às 21h) para promover o encontro entre os políticos. Até o fechamento das agendas, candidatos como Renan Santos e Ronaldo Caiado já haviam confirmado presença na transmissão digital, evidenciando uma perda de prestígio e de protagonismo da emissora no cenário político atual. APOSTA NA JUVENTUDE E A GUERRA PELA COPA DO BRASIL Se o hard news enfrenta turbulências, a área de esportes e o entretenimento buscam saídas para manter a emissora relevante. Uma iniciativa que tem arrancado elogios da crítica especializada é a aposta em Gaby Cabrini e Gabriel Cartolano para comandar o programa Sessão +SBT Show nas tardes de sábado. A escolha da dupla é vista como um movimento essencial e acertado para dar oportunidades a novos valores e tentar resgatar o público mais jovem, uma parcela da audiência quase esquecida pela TV aberta nos últimos tempos. O grande tiro de misericórdia do SBT, no entanto, mira os gramados. A emissora está disposta a abrir os cofres e se colocou como a única rede de TV aberta a disputar diretamente com a Globo os direitos de transmissão da Copa do Brasil a partir do ano que vem. Com a Record de fora da jogada, o mercado aguarda com ansiedade o resultado da licitação, que será divulgado no evento de sorteio das semifinais na CBF. A guerra nos bastidores mostra que o SBT pode estar cortando gastos e privilégios de um lado, mas guarda sua verdadeira munição para a paixão nacional.
A HIDROMASSAGEM DA DISCÓRDIA: A REGRA CRUEL QUE VAI DESTRUIR O PSICOLÓGICO DOS PEÕES EM A FAZENDA 18
Com estreia oficialmente marcada para a próxima segunda-feira, dia 14 de setembro, A Fazenda 18 chega à sua maioridade consolidada como um verdadeiro pilar da grade da Record. Enquanto diversos outros formatos de confinamento testados pela emissora não resistiram a mais de uma ou duas temporadas, o reality show rural sobrevive e prospera apostando exatamente naquilo que o público mais consome: a guerra psicológica e o conflito humano. Para garantir que o entretenimento seja entregue em altas doses, a direção do programa não economizou no sadismo estratégico. Rodrigo Carelli, diretor de núcleo e arquiteto do projeto, revelou que o confinamento de Itapecerica da Serra contará com uma armadilha perfeita para minar a sanidade e acirrar os ânimos dos peões desde o primeiro dia de jogo. A HIDROMASSAGEM DA DISCÓRDIA: O PRIVILÉGIO COMO ARMA O plano de Carelli para instigar um clima bélico entre os famosos é de uma simplicidade cruel: criar escassez. A produção instalou uma banheira de hidromassagem na área externa, estrategicamente posicionada ao lado da academia. No entanto, o requinte de crueldade está na regra de uso: nem todos os participantes terão o direito de usufruir da regalia. “Só algumas pessoas, por algum motivo específico dentro da dinâmica, vão ter o direito de usar”, revelou o diretor. Ao restringir o acesso, a direção transforma um simples banho de espuma em um valioso “objeto de desejo dos peões”, utilizando o privilégio de poucos para despertar a inveja e a ira da maioria. A dinâmica reflete a filosofia de sobrevivência do programa. Segundo Carelli, para manter o público ligado 24 horas por dia, é vital inserir novidades constantes, pegar o elenco de surpresa e, acima de tudo, elaborar atividades e provas que mantenham o conflito em alta voltagem. A CONFISSÃO DO DIRETOR: O PERFIL BARRAQUEIRO E AS “PLANTAS” Montar o elenco de A Fazenda é um jogo de xadrez que não para nunca, e a direção deixa claro o que busca em seus peões. Carelli confirmou abertamente que pessoas com histórico de “barracos” e que se envolveram em polêmicas recentes têm, sim, excelentes chances de receber o cobiçado convite. O monitoramento das manchetes de fofoca é a base do casting. Contudo, a produção também reconhece as falhas do sistema. Em uma confissão surpreendente e rara para os bastidores da TV, o diretor assentiu que sempre existe aquele famoso que gera uma expectativa monumental antes da estreia, mas que simplesmente não entrega entretenimento à altura ao longo do jogo. O conformismo domina os bastidores nesses casos. “Na verdade, já estamos acostumados com essa frustração”, cravou Carelli, admitindo que uma parcela considerável do elenco nunca vai corresponder ao que a direção ou o público esperam, transformando-se nas temidas “plantas” do confinamento. E quanto às listas vazadas pela imprensa? O todo-poderoso do reality debochou, afirmando que essa foi a temporada em que os jornalistas “menos acertaram” os nomes escolhidos. DESESPERO NAS REDES: A NEGAÇÃO DE LORENA E O APELO DO EX-GENRO Enquanto a lista oficial segue guardada a sete chaves para ser revelada apenas na estreia, as redes sociais se tornam o palco de quem foge do confinamento e de quem implora por ele. A influenciadora Lorena Maria, que ganhou os holofotes por ser ex-namorada de MC Daniel, foi a público desmentir os boatos de sua participação. Apontada como uma das principais cotadas, ela cravou que a notícia é “fake” e usou a maternidade como escudo. Mãe do pequeno Rás, de apenas um ano, Lorena declarou que jamais conseguiria deixar o bebê — que é 100% de sua responsabilidade — para ficar meses isolada por absolutamente nada neste mundo. Em contraste absoluto com a recusa protetora de Lorena, há quem use a internet para suplicar desesperadamente por um cachê da Record. O colombiano Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis (filha da apresentadora Ana Maria Braga), deixou qualquer orgulho de lado e pediu publicamente uma vaga no programa. Sem esconder sua situação financeira, ele fez um apelo direto à produção em seu Instagram. “Já estou desempregado, então, se a ideia é encontrar alguém disposto a encarar A Fazenda, eu já estou dando o recado”, implorou o ex-genro da global, questionando a Record até quando deixariam os candidatos na expectativa. Entre o luxo negado de uma hidromassagem e o desespero financeiro na vida real, A Fazenda 18 promete entregar o suco puro do caos televisivo brasileiro.
O FUNDO DO POÇO NA TV ABERTA: REDETV! É HUMILHADA POR CANAIS FECHADOS ENQUANTO A BAND VIRA REFÉM
A disputa por audiência fora do eixo Globo-Record-SBT revela um cenário catastrófico e de sobrevivência extrema na televisão brasileira. De um lado, a RedeTV! atinge níveis históricos de rejeição de público, amargando números que flertam com o traço absoluto. Do outro, a Band consegue se manter na quarta colocação, mas paga um preço altíssimo por isso: ceder o controle de sua própria grade e audiência para manter grandes nomes no elenco, correndo o risco de canibalizar os seus próprios produtos jornalísticos. O raio-x desse submundo da TV escancara falhas graves de planejamento estratégico e uma profunda falta de respeito com o telespectador. A HUMILHAÇÃO HISTÓRICA DA REDETV! NO RIO DE JANEIRO O sinal de alerta não está mais apenas piscando na RedeTV!; ele já explodiu. A situação da emissora paulista no Rio de Janeiro, uma das praças publicitárias mais importantes do país, está em queda livre e atingiu contornos de humilhação. No fechamento dos dados de agosto, a emissora de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho foi apenas a sétima escolha dos telespectadores cariocas, registrando um pífio 0,19 ponto de média. O vexame se consolida ao observarmos quem está na frente. Além de perder, naturalmente, para Globo (12,41), Record (3,40), SBT (2,05) e Band (0,50), a RedeTV! conseguiu a proeza de ser derrotada por dois canais disponíveis exclusivamente na TV por assinatura: o Globoplay Novelas (0,34) e o canal de esportes SporTV (0,23). A humilhação foi tão profunda que, por muito pouco, a rede aberta não foi superada pelo canal fechado AXN, que marcou 0,18 ponto. O LOOP INFINITO E O DESPREZO PELO PÚBLICO A explicação para essa fuga em massa de telespectadores reside diretamente na tela. O público fluminense (e brasileiro) simplesmente não suporta mais a falta de investimento e o amadorismo da programação de final de semana. As constantes e inexplicáveis mudanças na grade espantam qualquer tentativa de fidelização. O maior símbolo dessa decadência é o pitoresco programa A Hora do Zap. A atração, baseada em clipes da internet, foi exibida inacreditáveis 17 vezes apenas no primeiro sábado e domingo do mês. A tática de utilizar um “loop infinito” com os mesmos vídeos repetidos à exaustão há meses prova que a emissora jogou a toalha na disputa por qualidade, afastando até mesmo os espectadores mais saudosistas. BAND REFÉM: A LIBERDADE DE LEO DIAS E O FANTASMA DE FAUSTÃO Enquanto a RedeTV! afunda, a Band ostenta seus 0,50 pontos no Rio de Janeiro e a quarta posição nacional, mas os bastidores revelam uma emissora que topa qualquer negócio para reter seus talentos. O caso do colunista Leo Dias é o maior exemplo de como a direção da Band cedeu o controle. Diferente do SBT, que barrou as divulgações excessivas de Rodrigo Bocardi, a emissora do Morumbi deu total e irrestrita liberdade para Dias promover a sua “LeoDias TV” na internet. O resultado prático é uma sabotagem interna: o jornalista frequentemente convida os telespectadores a migrarem para o seu canal no YouTube logo após o encerramento do Melhor da Tarde, movimento que “rouba” ativamente o público que deveria ser entregue para o Brasil Urgente. Essa postura permissiva da Band não é inédita e reflete o trauma de apostas mal calculadas no passado recente. A emissora ainda carrega a cicatriz do fracasso monumental que foi a contratação de Fausto Silva. Após tirar o apresentador da Globo, o Faustão na Band nunca decolou, amargou o quarto lugar, sofreu cortes brutais e saiu do ar, deixando um rombo na programação. O mercado observa atentamente: até que ponto vale a pena entregar a chave da emissora nas mãos de um talento correndo o risco de destruir a própria grade de programação?


